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Piscinas de clubes de Goiás não são fiscalizadas pelo Corpo de Bombeiros Garoto de 3 anos estava com a avó quando teve o braço sugado pelo ralo da cascata da piscina na cidade turística de Caldas Novas. Ele foi trazido de helicóptero para Brasília, onde a família mora, e, segundo bombeiros de Goiás, seu estado era grave

Juliana Contaifer - Correio Braziliense

Gabriella Furquim

Diane Lourenço - Correio Braziliense

Luisa Ikemoto

Publicação: 02/01/2014 09:57 Atualização: 02/01/2014 10:07

Clube em que o acidente aconteceu (Residencial Privé das Thermas/ Divulgação)
Clube em que o acidente aconteceu

As piscinas coletivas não são regulamentadas pelo Corpo de Bombeiros de Goiás (CBM-GO), segundo informa o coronel Leonardo Rodrigues da Fonseca, do Departamento de Comunicação Social da corporação. Como não há normas sobre o uso destas áreas em resorts e clubes do Estado, o CBM não tem como realizar a fiscalização.

Como o número de acidentes nestas áreas recreativas estão crescendo, em fevereiro serão publicadas normas, às quais todas as piscinas coletivas da região deverão se adequar. A partir deste momento, a corporação irá assumir a fiscalização e vistoria, diz Leonardo. Nesta quarta-feira (1/1), uma criança de três anos e quatro meses ficou em estado gravíssimo após ser sugada pelo ralo de um piscina em Caldas Novas, em Goiás.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás (CBM-GO), toda a família de Cauã Davi de Jesus Santos estava no Residencial Privé das Thermas 1 para aproveitar o feriado de fim de ano. A criança brincava com a avó, quando ocorreu o acidente. No fim da tarde, o menino foi trazido de helicóptero para o Hospital Santa Helena, na Asa Norte, onde permanecia internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até o fechamento desta edição.

O ralo que sugou o braço direito do menino alimenta a cascata da piscina. Familiares e turistas tentaram resgatá-lo, mas ele ficou submerso por cerca de 10 minutos. O socorro foi acionado por volta das 11h. De acordo com os militares, a criança estava sem pulso, com parada cardiorrespiratória. Os bombeiros conseguiram reanimá-lo a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

Clique para ampliar (Arte: CB/D.A.Press)
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Segundo a equipe médica que atendeu a criança em Goiás, Cauã estava com muita água nos pulmões e escoriações no braço. “Ele foi estabilizado e está respirando com a ajuda de equipamentos, mas o estado é gravíssimo”, explicou o capitão Luiz Carlos, responsável pelo CBM-GO, no fim da tarde de ontem.

A criança seria transferida para UTI infantil na cidade de Santa Helena, localizada no Sudoeste de Goiás, a cerca de 300 km de Caldas Novas. Mas a família, que mora em Brasília, pediu para o menino ser levado para o hospital particular na Asa Norte. De acordo com o Centro Integrado de Atendimento e Despacho (Ciade) do Corpo de Bombeiros do DF, a solicitação de resgate chegou por volta das 13h. Duas horas depois, o helicóptero Esquilo levantou voo para buscar a criança. O desembarque foi na base dos bombeiros, no Setor Militar Urbano, às 18h40. O menino foi de ambulância para o hospital e seguiu imediatamente para a UTI.
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Esta matéria tem: (5) comentários

Autor: julio oliveira
Caldas Novas é terra sem lei, sempre foi e sempre será. Lá o que manda são os donos de hotéis, a droga anda solta e tem uma polícia corrupta. Não vai dar em nada. | Denuncie |

Autor: Wellington Guimarães
Não é a primeira vez e nem vai ser a última! Enquanto os clubes estiverem somente pensando em lucros e não gastar em manutenção e os pais largarem seus filhos num clube sem estar presente e sem uma devida inspeção nas piscinas e outros brinquedos , isso vai ocorrer !!! | Denuncie |

Autor: geraldo jacinto de sousa
tem que indicar o clube, nome, isso é omissao do jornalismo | Denuncie |

Autor: geraldo jacinto de sousa
é uma tremenda omissao, nao indicar onde aconteceu o acidente, que jornalismo é esse?? qual o clube, nome. | Denuncie |

Autor: Ricardo Scz
Como é a primeira vez que isso acontece no Congão Lusitano, vamos esperar que não ocorra novamente. País de gente inútil esse aqui. | Denuncie |

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