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Especialistas apontam indícios de overdose em morte de criança em Brasília

Mara Puljiz - Correio Braziliense

Kelly Almeida - Corrreio Braziliense

Publicação: 25/01/2013 07:24 Atualização: 25/01/2013 07:34

 (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)
A dose de medicamento aplicada na menina Rafaela Luiza Formiga Morais, de 1 ano e sete meses, é considerada por especialistas suficiente para provocar a morte de uma criança. Os 3,5ml de adrenalina teriam sido prescritos por uma pediatra do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) para controlar uma urticária, no último domingo. Ela morreu três dias depois. O presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia do Distrito Federal (Asbai-DF), Sérgio Camões, afirma que a quantidade é usada normalmente em adultos, em casos de paradas cardiorrespiratórias. O corpo de Rafaela foi enterrado na tarde de ontem.

Camões se surpreendeu com a possibilidade de uma médica ter prescrito uma dosagem tão alta para controlar a alergia da criança. “Aplicar 3,5ml não existe. Cada ampola de adrenalina tem 1ml. A pediatra não mandaria dar três ampolas. Podem ter escrito errado no prontuário, o que é um erro grosseiro, porque essa é uma dose para adultos”, explica.

A suposta superdosagem é investigada pela Secretaria de Saúde, pelo Ministério Público e pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) – que é presidido pelo pai da pediatra. Ele pediu para se afastar do caso. As apurações servirão para indicar se a criança morreu por conta da medicação.  O secretário de Saúde do DF, Rafael Barbosa, afirmou que a sindicância aberta pela pasta não tem prazo para ser concluída, mas “deve respeitar a diretriz de ser feita no menor tempo possível”. O Estado de Minas tentou contato com a médica Fernanda Cardoso nos locais de trabalho dela, mas não houve retorno.

(Colaborou Arthur Paganini)
Tags: celular

Esta matéria tem: (8) comentários

Autor: Eber Eustaquio Cassimiro
Pois é Breno, a corda sempre tende a arrebentar no lado mais fraco, nao é mesmo? Pois um jornal divulgou que parece que o auxiliar de enfermagem teria questionado a médica em relacao a dose que era muita alta. E ai? | Denuncie |

Autor: Carlos Roberto de Souza Marques
Incompetencia generalizada. Faculdades de fins de semana. | Denuncie |

Autor: Breno Moreno
Antes de culparem a médica é necessário investigar se não houve erro da enfermagem. Agora se preparem: Com a Dilma liberando faculdade igual boteco e querendo ainda validar diplomas bolivianos, paraguaios e colombianos sem critério veremos o tanto de erro que irá acontecer... | Denuncie |

Autor: ROGERIO SALGADO
Na minha cidade tem o tal de intermed(encontro de estudantes de medicina).Sempre deparamos com alunos,prestes a se formar,bebados e com comportamentos incompativeis. Nâo é regra,mas muitos desses serão futuros médicos.Os cursos deveriam tbém formar cidadãos e não apenas médicos. | Denuncie |

Autor: José Resende
Outro caso, como o do Sindicalista caminhoneiro morto num acidente na 040. O pai da vítima é do crm, o mesmo que cuida dos inúmeros casos de erros médicos que ocorrem por ai. Será que não é um sinal de que as coisas deveriam ser mais sérias, não? | Denuncie |

Autor: Joaquim Souza
Olá assalariados como eu. Pediatra de R$ 1,99. Nossas universidades formam esses profissionais incompetentes para servirem de médicos residentes e nos usar como cobaias. O papaizinho dela pediu afastamento porque se depender dele a filha será inocentada e não terá o registro cassado por assassinato. | Denuncie |

Autor: felipe ribeiro
Isso nada mais é do que o fruto das universidades brasileiras que formam profissionais deste 'gabarito'. Além de que, boa parte desta população de estudantes entra no curso já pensando no status e na fama que o 'título' pode oferecer. Não todos obviamente, mas uma grande parte. | Denuncie |

Autor: Fernando Laur
Que isso!!!! Tira a licença eterna desta louca, indeniza a família e da para ela alguns anos de cadeia. Que zona esse pais! Pqp !! | Denuncie |

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