Diego Souza Passos, de 23 anos, filho do dono do restaurante acusado de matar, com três golpes de faca, o estudante Mário dos Santos Sampaio, de Campinas, na véspera de Ano-Novo, foi preso na tarde desta terça-feira em Guarujá (SP). O rapaz, que é gerente da churrascaria onde ocorreu o crime, teve sua prisão temporária decretada pelo mesmo motivo do seu pai, José Adão Pereira Passos, de 55 anos, que já está encarcerado desde o último dia 9. De acordo com a polícia, Diego ocultou as imagens das câmeras que poderiam esclarecer a ocorrência. Uma testemunha afirmou que as câmeras foram retiradas.
Desde a semana passada, os investigadores do 1º Distrito Policial de Guarujá procuravam por Diego. Em nova busca, nesta terça, na residência da família, localizada a três quadras da churrascaria, no Bairro da Enseada, seus parentes informaram que ele não se encontrava. Mas ele foi localizado embaixo da cama de um cômodo trancado nos fundos da casa.
No dia 2 de janeiro, pai e filho compareceram à delegacia e confessaram a autoria do crime. Não foram presos porque não houve flagrante. Em seu depoimento, José Adão afirmou que não pretendia matar o estudante e sim "só furar um pouquinho". A discussão começou depois da discordância de Mário e de seus amigos de pagar uma diferença de R$ 7 pelo jantar. Na frente do restaurante havia um anúncio informando que a refeição, no sistema self-service, custaria R$ 12,99.
Na conta, apresentada pelo gerente Diego, o preço cobrado foi de R$ 19,99, com a justificativa de que tal valor passaria a valer a partir das 18 horas. O grupo teria entrado no estabelecimento após esse horário. Depois de muita briga, o dono concordou em cobrar os R$ 12,99. Mas segundo relato das testemunhas, o gerente se exaltou afirmando que os rapazes seriam pegos lá fora. Neste momento, Mário resolveu ligar para a polícia, reiniciando toda a confusão que resultou no homicídio.
Desde a semana passada, os investigadores do 1º Distrito Policial de Guarujá procuravam por Diego. Em nova busca, nesta terça, na residência da família, localizada a três quadras da churrascaria, no Bairro da Enseada, seus parentes informaram que ele não se encontrava. Mas ele foi localizado embaixo da cama de um cômodo trancado nos fundos da casa.
No dia 2 de janeiro, pai e filho compareceram à delegacia e confessaram a autoria do crime. Não foram presos porque não houve flagrante. Em seu depoimento, José Adão afirmou que não pretendia matar o estudante e sim "só furar um pouquinho". A discussão começou depois da discordância de Mário e de seus amigos de pagar uma diferença de R$ 7 pelo jantar. Na frente do restaurante havia um anúncio informando que a refeição, no sistema self-service, custaria R$ 12,99.
Na conta, apresentada pelo gerente Diego, o preço cobrado foi de R$ 19,99, com a justificativa de que tal valor passaria a valer a partir das 18 horas. O grupo teria entrado no estabelecimento após esse horário. Depois de muita briga, o dono concordou em cobrar os R$ 12,99. Mas segundo relato das testemunhas, o gerente se exaltou afirmando que os rapazes seriam pegos lá fora. Neste momento, Mário resolveu ligar para a polícia, reiniciando toda a confusão que resultou no homicídio.
