São Paulo - Vítimas de crimes ou pessoas envolvidas em confrontos com a polícia não poderão mais ser socorridas por policiais militares. A determinação da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) foi publicada hoje (8) no Diário Oficial do Estado. De acordo com o órgão, a medida, além de garantir atendimento adequado aos feridos, preserva os locais dos crimes para que a perícia e as investigações sejam feitas de forma adequada.
A partir de hoje, somente unidades médicas e paramédicas de emergência, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu), poderão atuar nesses casos. A resolução segue o procedimento já adotado com as vítimas de acidente de trânsito, informou a secretaria. Outra mudança prevê que os envolvidos nessas ocorrências sejam apresentados imediatamente à delegacia de polícia.
Para o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, isso vai permitir que a Polícia Civil chegue, com mais eficiência, à autoria e à motivação dos crimes. “O Samu possui protocolo de atendimento de ocorrências com indícios de crime buscando preservar evidências periciais, sem comprometimento do pronto e adequado atendimento às vítimas”, informa nota divulgada pelo órgão.
A resolução altera também a forma como devem ser registrados os casos em que houver confronto com a polícia. Os termos “resistência seguida de morte” ou “auto de resistência”, usados atualmente, serão substituídos por “morte decorrente de intervenção policial” ou “lesão corporal decorrente de intervenção policial”. A mudança segue recomendação da Resolução nº 8 do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
Com objetivo de integrar as polícias civil e militar, conforme se comprometeu Grella ao assumir o posto de secretário em novembro do ano passado, a secretaria estabeleceu também novos parâmetros para o atendimento das ocorrências. Nos casos em que houver feridos, o primeiro procedimento a ser adotado pelos policiais será chamar o Samu. Em seguida, o fato deve ser comunicado ao respectivo centro de comunicações: Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) ou Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil (Cepol). Essas unidades deverão trocar informações.
O Cepol, logo que comunicado do crime, será responsável acionar a Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC). “O objetivo é tornar mais ágil a chegada da perícia”, diz a nota da secretaria.
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Autor: SERGIO DOURADO
Esse tipo de lei só existe no Brasil,mesmo!Quer dizer q os policiais q poderiam salvar uma vida vão ficar olhando um cidadão ou mesmo um policial ou bandido morrer ao seu lado?Se a pessoa morrer,ela tbm pode atrapalhar investigações futuras ou n?Ainda mais se for uma testemunha!ESSE PAÍS ESTÁ LOUCO!! | Denuncie |
Autor: SERGIO DOURADO
Só rindo pra n chorar mesmo!MAIS UMA VEZ,QUEM PAGA PELA INCOMPETÊNCIA DE UMAS "DOUTORIDADES" POR AI,É O POVO Q MAIS PAGA IMPOSTO NO MUNDO E SÓ RECEBE TROLHA ...POLICIAL FERIDO TBM N DEVERIA RECEBER SOCORRO,PRA N ATRAPALHAR AS INVESTIGAÇÕES??? | Denuncie |
Autor: SERGIO DOURADO
Esse país está de cabeça pra baixo!?Estão jogando o cidadão na sarjeta,enquanto o brasileiro paga o imposto mais caro do mundo,pois paga muito e recebe é NÃO na cara,até qdo precisa de socorro!Esse descalabro de q se alterará cena do crime é um absurdo q só existe aqui!A incompetência q é demais.... | Denuncie |
Autor: SERGIO DOURADO
N é possível q o socorro às vítimas seja o culpado pela falta completa de investigação das polícias em casos de homicídios,q são menos de 10 casos investigados em 100!E desses menos de 10,só 2 chegam ao final do processo!Qr dizer agora q o cidadão paga mais uma omissão,a de socorro e da segurança?!! | Denuncie |
Autor: SERGIO DOURADO
Sinceramente o absurdo tomou conta do país!Onde no mundo q policial n DEVE prestar socorro?Ora,esse tipo de coisa já acontece aos próprios profissionais de saúde,como médicos q faltam a plantões e outros por imprudência e agora essa?O policial meter bala em inocente pode né....?! | Denuncie |