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Ladrão de Rolex na cadeia Quadrilha é suspeita de roubar ao menos 12 relógios Rolex de R$ 20 mil a R$ 85 mil cada um

Estado de Minas

Publicação: 14/12/2011 07:50 Atualização:

Policiais da 14ª DP (Leblon) prenderam na madrugada dessa terça-feira Cristiano Rodrigues de Andrade, conhecido como Boca, de 33 anos, sob suspeita de integrar uma quadrilha que rouba relógios da marca Rolex na Zona Sul da cidade. Na segunda-feira, a polícia já havia prendido outros dois suspeitos de integrar o grupo: Márcio Henrique Silva, o PQD (ex-paraquedista do Exército), de 34, e Maria de Jesus Rodrigues Martins, de 29 anos.

Segundo o titular da Delegacia do Leblon, Gilberto Ribeiro, eles são suspeitos de roubar ao menos 12 relógios Rolex de R$ 20 mil a R$ 85 mil cada um. O policial afirma que cinco vítimas já reconheceram Márcio Silva. “Reconheceram o PQD porque ele assaltava de cara limpa em uma moto. Cristiano dava cobertura em outro veículo e a Maria passava informações”, disse Ribeiro.
O delegado afirma que o último assalto realizado pela quadrilha aconteceu no Bairro do Leblon (Zona Sul) há cerca de 10 dias. A vítima teve um relógio Rolex de R$ 85 mil roubado.

Arma A quadrilha agia em restaurantes, postos de gasolina, farmácias, padarias e na porta de prédios. As vítimas disseram à polícia que Silva realizava os assaltos armado com uma pistola.

Na ação da polícia, não houve apreensões. Apenas o advogado de Cristiano, Flávio Jorge Martins, esteve na delegacia. “Ele (Cristiano) disse que não tem nada a ver com isso. O próprio delegado afirmou que alguém falou o nome dele, mas nenhuma vítima o reconhece. Não há provas concretas, apesar de ele ter um mandado antigo por roubo e ser foragido de semiaberta há cerca de 10 anos”, disse o advogado.

Cristiano foi preso em sua casa, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Já o casal suspeito foi detido na estação de metrô General Osório, em Ipanema (Zona Sul). A polícia informou que os três suspeitos tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça por cinco dias. Eles são acusados de formação de quadrilha armada e roubos. Podem ser condenados a mais de 15 anos de prisão.

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Autor: Marcio Correa Filho
Quando se entra para o exército, a lavagem cerebral é tão intensa que ou você sai uma pessoa muito melhor do que era ou sai pior do que a escória deste país... Não tem o meio termo... | Denuncie |

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