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Justiça mantém condenação dos acusados de matar casal em Araxá

Vítimas de 21 e 26 anos foram assassinadas dentro de casa no ano passado. Julgamento de recurso ocorreu na semana passada

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postado em 17/07/2017 12:23 / atualizado em 17/07/2017 16:51

Cristiane Silva

Álbum de família
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve acondenação dos três homens acusados do assassinato o casal Higor Humberto Fonseca de Sousa, de 26 anos, e Rafaela D'Eluz Giordani, de 21, mortos dentro de casa em um assalto em janeiro de 2016 em Araxá, no Alto Paranaíba.

O julgamento do recurso de apelação, interposto por Yuri Santiago Borges, Vinícius Henrique Machado da Mata e Igor Rafael de Paulo Silva, ocorreu na última quinta-feira, dia 13.

A sustentação oral foi feita pelos advogados Ércio Quaresma, que defende Vinícius, pelo defensor de Igor, Daniel Coutinho, e pela advogada Daniela D'Eluz, assistente de acusação e mãe de Rafaela. Após os debates, a condenação dos réus foi mantida.

A sentença dos acusados saiu em outubro do ano passado, assinada pelo juiz Renato Zouain Zupo, da Vara Criminal de Araxá. Yuri foi condenado a 53 anos de reclusão pela prática de dois latrocínios – roubos seguidos de morte - e corrupção de menores (pelo menos dois se envolveram no caso. Igor pegou 44 anos e seis meses pelos mesmos crimes. Já Vinícius também foi condenado a 44 anos de prisão, mas apenas pelos dois latrocínios.

Segundo o TJMG, na sessão ocorrida na semana passada, Yuri Santiago teve a pena aumentada para 54 anos, sete meses e 16 dias de prisão. Os outros dois tiveram redução. A pena de Igor Rafael agora é de 41 anos, 11 meses e 10 dias, e a de Vinícius Henrique foi reduzida para 40 anos.

O crime ocorreu em em 23 de janeiro de 2016. O grupo alega que foi até a casa para roubar as vítimas, porém, o empresário reagiu ao assalto. Na época, o delegado regional de Araxá, Cezar Colombari, disse que o empresário teria conseguido, inclusive, tomar uma arma de fogo da mão de um dos assaltantes. O empresário tentou atirar, mas o revólver falhou. Com isso, ele acabou rendido e os dois foram mortos com mais de 100 facadas.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Francisco
Francisco - 17 de Julho às 22:08
Era preciso que existisse no Brasil a PENA DE MORTE OU PRISÃO PERPÉTUA. Eles deveriam serem condenados era a prisão perpétua. São assassinos cruéis e frios, que cometeram brutalmente os assassinatos do casal. Precisam serem afastados do convívio social. Não possuem condições de viverem em sociedade. CRIMINOSOS DA PIOR ESPÉCIE. SÃO LIXO. RATOS DE ESGOTO.
 
Jack
Jack - 17 de Julho às 21:18
O grupo foi apenas para roubar, "porém, o empresário reagiu ao assalto". Ou seja, a culpa é do empresário e os bandidos são as vítimas. Acho impressionante um advogado defender bandidos assim, com a desculpa de que "todos tem direito a defesa". E quando ele próprio descobre que seu cliente é culpado?
 
PorTutatis
PorTutatis - 17 de Julho às 19:54
pena o juri não ter condenado também o advogado de defesa.
 
alisson
alisson - 17 de Julho às 16:23
deveriam ser condenados a pena de morte, isso sim!
 
Wander
Wander - 17 de Julho às 12:53
Esse Èrcio Quaresma deve está treinando para ser o próximo advogado do diabo.