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Iniciativa de pais contra ensino de diversidade sexual e gênero em escola de BH divide opiniões

Um grupo de 128 pais de alunos do Colégio Santo Agostinho enviou notificação extra-judicial questionando a inserção dos temas nas aulas de Ensino Religioso e Ciências

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postado em 11/07/2017 11:26 / atualizado em 11/07/2017 16:21

Simon Nascimento * /Jornalismo

A notificação extra-judicial enviada por 128 pais de alunos das unidades do Colégio Santo Agostinho na Grande BH gerou grande repercussão.

O documento contesta a inserção do ensino da diversidade de gênero e sexual aos alunos nas disciplinas de Ensino Religioso e Ciências.

O assunto vinha sendo discutido nas redes sociais na última semana mas ganhou destaque nessa segunda-feira com a publicação de uma reportagem no em.com.br sobre o assunto. O conteúdo teve alcance de 181.059 pessoas, além de 2.365 curtidas, 1.462 comentários e 462 compartilhamentos nas mídias sociais dos veículos do Diários Associados. 

Entre as centenas de comentários, há pessoas contrárias e favoráveis à postura do grupo de pais e do Colégio Santo Agostinho.

Em um dos comentários, a mãe de uma aluna da instituição condenou a notificação extra-judicial: "Essa carta representa um retrocesso. Discutir sobre sexualidade e diversidades de gênero é importantíssimo pra formação de um cidadão, é ensinar o respeito e ajudar num melhor entendimento do próprio corpo. Eu sou mãe de uma estudante do CSA unidade BH e tudo o que tenho com o colégio é gratidão. Esse é o último ano dela no colégio e me orgulho em dizer que a mulher que ela está se tornando foi formada em um trabalho conjunto, de casa e escola. Achei a carta absurda e incompatível com a época em que vivemos." 

Um homem afirmou, em comentário, que a postura adotada pelo colégio pode ajudar na construção de uma sociedade sem preconceito. "Gênero e orientação sexual tem respaldo cientifico. Claro que tem que estar na academia. E lidar com isso o mais cedo possível evita crianças de se tornarem adultos misóginos e homofóbicos. Toda a sociedade ganha."

Por outro lado, a notificação foi exaltada por outras pessoas, como em um comentário feito por uma leitora do em.com.br: "Sou completamente contra a ideologia de gênero nas escolas. A escola deve ater-se à aplicação de ensinos que lhe dizem respeito, a educação referente a este quesito deve ser orientada pela família, pais e responsáveis. Não podemos deixar que a escola ocupe um lugar que não lhe pertence, ou eduque nossos filhos em confronto aos nossos pensamentos".

Um outro leitor foi ainda mais enfático ao comentar a postura dos pais. "Eles têm toda razão, eu tiraria meu filho imediatamente dessa escola."

Carta à comunidade 


Na comunidade escolar do Colégio Santo Agostinho, o assunto também foi repercutido. A instituição divulgou no site oficial, na noite dessa segunda-feira, uma carta aberta comentando que a atitude adotada pelo colégio está dentro do "projeto pedagógico, fundamentado nos princípios cristãos, católicos e agostinianos, contemplando a sociedade pluralista em que vivemos, abordando, de forma dialogal e respeitosa, os desafios do mundo contemporâneo."

Ainda no texto, assinado pela Sociedade Inteligência e Coração (SIC), mantenedora do Santo Agostinho, a instituição destaca a função da escola em ser "um espaço coletivo construído pela relação entre as pessoas, no qual todos os indivíduos devem ser respeitados em sua singularidade. Essa pluralidade pode e deve coexistir em harmonia." 

Confira o texto na íntegra: 
 
"A Sociedade Inteligência e Coração (SIC), mantenedora do Colégio Santo Agostinho (unidades Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima), recebeu uma notificação extrajudicial hoje, dia 10/07/17, contendo 128 nomes, questionando a abordagem de alguns temas adotados pela escola. Consideramos importante apresentar esclarecimentos.

O Colégio Santo Agostinho é responsável pela educação de cerca de 8 mil alunos de diferentes realidades e crenças. Nosso projeto pedagógico, fundamentado nos princípios cristãos, católicos e agostinianos, contempla a sociedade pluralista em que vivemos, abordando, de forma dialogal e respeitosa, os desafios do mundo contemporâneo. Primamos pelo respeito à liberdade e apreço à tolerância, orientações fundamentais estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (artigo 3º da Lei 9.394).

A escola é um espaço coletivo construído pela relação entre as pessoas, no qual todos os indivíduos devem ser respeitados em sua singularidade. Essa pluralidade pode e deve coexistir em harmonia.

Com uma trajetória de 83 anos em Minas Gerais, amparado pela tradição de sete séculos da Ordem de Santo Agostinho, o Colégio ressalta sua sintonia com o magistério do Papa Francisco, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho e as orientações pastorais da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Sendo assim, continuaremos seguros em nossa missão de criar condições para que os alunos possam protagonizar sua própria formação integral (integrada, crítica e criativa), com autonomia e responsabilidade. Para tal, contamos com uma equipe de professores altamente qualificados.

Repudiamos o uso de interpretações equivocadas por aqueles que têm como objetivo distorcer nosso projeto pedagógico.

Reafirmamos o nosso compromisso educacional pautado nos valores agostinianos: solidariedade, fraternidade, amizade, subsidiariedade e justiça.

Agradecemos aos 11 mil pais e responsáveis que dividem a formação de seus filhos conosco."

Atenciosamente,

Sociedade Inteligência e Coração - SIC
Mantenedora do Colégio Santo Agostinho 

Pais reafirmam preocupação com o ensino


Os pais, por sua vez, responderam à carta aberta enviada pelo colégio com um comunicado que está sendo compartilhado em uma rede social nesta terça-feira. No texto, os responsáveis pelos alunos afirmam "o tema é complexo e exige uma preparação diferenciada do corpo docente, que não sabemos se está sendo realizada. Isso causa insegurança e a própria escola já alterou orientação na adoção de alguns livros ante o tratamento inadequado da matéria."
 
No comunicado, é feito um convite aos demais pais de alunos do Colégio Santo Agostinho, "a observarem e conversarem com seus filhos. Convidamos, ainda, a que todos estudem o assunto mais profundamente antes de tirar conclusões precipitadas." 
 
Leia o texto feito pelos pais na íntegra:
 
Caros pais, 

Tendo em vista a circulação de uma notificação extrajudicial que está sendo entregue à Direção das três unidades do CSA, temos o seguinte a esclarecer.

1-  O que nos move, nesse primeiro momento , é o direito individual , constitucionalmente garantido , de educarmos nossos filhos;
2- Infelizmente , em algumas séries e de forma diferenciada  nas três unidades, diversos pais observaram que os estudos de matérias afetas à sexualidade e ideologia de gênero estão amplamente sendo difundidos no Colégio , que, até então , tem se negado a confessar e dialogar abertamente e de forma transparente com os pais que são contra a inserção desse conteúdo no ambiente escolar;
3- Ressaltamos que não queremos embate com a escola, apenas transparência, mesmo porque, estamos amparados pelo Código de Defesa do Consumidor nesse sentido. Ora, vamos conversar sobre o assunto? Por que a adoção sem debate? 
4 - Ademais, o tema é complexo e exige uma preparação diferenciada do corpo docente, que não sabemos se está sendo realizada. Isso causa insegurança e, a própria escola, já alterou orientação na adoção de alguns livros ante o tratamento inadequado da matéria ;
5- Portanto, sem mais nos prolongarmos nesse momento, convidamos a todos os pais a observarem e conversarem com seus filhos. Convidamos, ainda, a que todos estudem o assunto mais profundamente antes de tirar conclusões precipitadas. 

Agradecemos a compreensão, somos todos pais buscando o melhor para nossos filhos.
Julho/2017 

 
Abaixo-assinado em favor do ensino sobre diversidade sexual e de gênero


Na contramão do que foi dito pela notificação extra-judicial, um grupo de pais, usando as hashtags #somostodossantoagostinho e #128não me representa, criou nessa segunda-feira um abaixo-assinado na internet em apoio ao Colégio Santo Agostinho e ao ensino sobre a diversidade sexual e de gênero

"Nós, pais, que apoiamos o Colégio Santo Agostinho e os profissionais que nela atuam, acreditamos na conduta da escola ao apresentar para meus filhos visões que não temos ou não conhecemos por culpa da tal ótica limitada inerente a nossa capacidade humana de só conseguirmos ver a vista de um ponto de cada vez."

Até a publicação desta matéria, o abaixo-assinado contava com 71 assinaturas.

* Sob supervisão do editor Benny Cohen

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Breno
Breno - 12 de Julho às 09:48
O QUE ENTRA EM CONTRADIÇÃO É: QUANDO O ALUNO É SEM EDUCAÇÃO, A ESCOLA CHAMA OS PAIS E FALAM QUE NÃO SÃO OBRIGADOS A ACEITAREM ISSO, QUE EDUCAÇÃO SE APRENDE EM CASA, AGORA NESSE ASSUNTO QUEREM SE INTROMETER A TODO CUSTO...
 
Breno
Breno - 12 de Julho às 09:27
Onde esse pai citado acima conseguiu achar fato cientifico para isso? Todos nos nacemos macho ou femea, e mais, com alguns orgaos diferentes que nos diferem, e vou mais alem, o dna também é diferente. Isso ai e questão de escolha, concordo que tem que ser respeitado, mas não ensinado pq isso não é ciência, é moda. Escola não é lugar de se mostrar a modinha do momento, é lugar de se estudar. Deve combater as piadinhas que humilham as pessoas, mas se tornar uma matéria é ridículo. O jeito pra quem não tem filhos eu recomendo não ter pra não passar por isso, e quem tem, não façam mais...
 
Jorge
Jorge - 12 de Julho às 01:30
Este avanço do homossexualismo sobre a sociedade é completamente SATÂNICO E DIABÓLICO. E agora tentam de todas as formas DESTRUIR AS CRIANÇAS. É preciso REAGIR! Você vai fazer alguma coisa, ou é covarde o suficiente para ficar calado? Veja o que eles estão querendo fazer: criar uma lei que autorize crianças de 5 ou 6 anos de idade a tomar uma decisão sobre a "mudança do seu sexo", e assim poder fazer uma "cirurgia de mudança de sexo"!! Todos os que estão calados diante desta monstruosidade diabólica são ainda piores que os protagonistas, e serão condenados por isto.
 
Sucupira
Sucupira - 11 de Julho às 22:47
Acho legal uma instituição CATÓLICA debatendo, explicando e orientando sobre a multiplicidade sexual do ser humano, tornando esse assunto natural e aceitável dentro das escolas CATÓLICAS, sociedade e família. Diz ainda apoiada pela ciência. Quero que a escola, apoiada pela ciência ensine e explique que o ser humano é um animal e precisa ter vários parceiros sexuais, não sendo admitido a monogamia. Claro tudo baseado na ciência CATÓLICA, assim como essa escola. No ensino religioso explique que cada dia que passa é maior o número de ateus e agnósticos, que baseados na ciência questionam a fé!
 
Breno
Breno - 12 de Julho às 09:41
PODE TENTAR VARIAS MANEIRAS, A CIENCIA NÃO CONSEGUE PROVAR ISSO, DR. ENEAS CARNEIRO, FALECIDO JA DIZIA, PODE SE MUDAR O ESTERIOTIPO, MAS O GENÓTIPO NÃO SE MUDA NUNCA, E QUESTÃO DE ESCOLHA DE CADA UM. E JA FOI PROVADO QUE PESSOAS COM VARIOS PARCEIROS SEXUAIS NÃO DA CERTO, VARIAS TRAGEDIAS JA ACONTECERAM, SABE PQ? PQ EM NOS EXISTE UMA COISA QUE SE CHAMA PECADO, E AI VEM O CIUME, E DEPOIS A MATANÇA. DOA A QUEM DOER
 
Jack
Jack - 11 de Julho às 22:43
Meu filho é aluno dessa escola. Acho lamentável eu tomar conhecimento desse tipo de situação somente aqui pelo EM. Será que serei obrigado a participar das redes sociais para saber o que a escola anda inventando? Não tenho nenhum tipo de preconceito contra homossexuais, bissexuais, etc. Mas isso não significa que sou condescendente. Não matriculei meu filho para receber esse tipo de %u201Corientação%u201D e acho que assuntos como homossexualismo e pedofilia não deveriam fazer parte do ensino religioso. Muito menos vindo da Igreja Católica.
 
lUIZ
lUIZ - 11 de Julho às 18:12
"Ensino de matemática engatinha até nas escolas privadas de elite do país" , o título é específico mas a reportagem engloba demais conteúdos também. Interessante matéria publicada em 09 07 que mostra de forma clara e inequívoca que até as escolas brasileiras ditas "de ponta" estão muito atrasadas em relação aos seu pares, tanto públicas quanto privadas, dos países membros da OCDE. Lá o pessoal está preocupado em ensinar, já aqui em doutrinar. O que assusta é que tem pais que aprovam isso, terceirizam a educação de seus filhos p ativistas de partido político,impressionante vanguarda do atraso
 
Pedro
Pedro - 11 de Julho às 16:48
É um absurdo o quanto tempo e energia são gastos para esse tipo de educação; Será que em países como o Japão as escolas estão preocupadas com isso? Cabe um alerta aos pais para que pesquisem muito bem antes de matricularem seus filhos, peçam o nome de todos os professores e verifiquem as atitudes deles em suas vidas pessoais, afinal o processo de educação de um cidadão em formação é complexo e necessita de atenção.
 
Fernando
Fernando - 11 de Julho às 16:35
A verdade é que o PT e os partidos aliados legalizaram e institucionalizaram tudo que é infame, impuro e iníquo! Ensinaram à população tudo que não presta, e agora chamam isso de politicamente correto! Isso é imundície!!
 
Fernando
Fernando - 11 de Julho às 16:35
Lamentavel o CSA, colégio querido em que estudei até à 6º série, se corromper e ensinar essa imoralidade para nossas crianças! Espero que revejam essa posição e que os pais permaneçam firmes na luta pelos valores e pela verdadeira família!!!
 
Geraldo
Geraldo - 11 de Julho às 16:33
A hipocrisia e o falso puritanismo permeiam a sociedade brasileira. Pais não querem que se trate de educação sexual e diversidade nas escolas, onde esses temas devem e precisam ser tratados. Bom mesmo é que os alunos aprendam sobre tudo isto, nas letras de funk proibidão, na internet, onde todos os alunos estão navegando, nos desfiles de carnaval, onde a mulherada sai pelada e os pais babões viram madrugadas assistindo. Eu continuo acreditando que ainda é melhor aprender na escola, através de metodologia pedagógica específica. Gente hipócrita e falso moralista a gente vê por aqui.
 
Breno
Breno - 12 de Julho às 09:46
GERALDO, VC ABORDOU UM TIPO DE FAMILIA QUE VC CONHECE, NÃO GENERALIZE AS COISAS, NÃO É EM TODA CASA QUE SE VE CARNAVAL, NÃO É EM TODA CASA QUE SE ESCUTA O FUNK, ENTÃO RESPEITE QUEM NÃO GOSTA E PARE DE JULGAR. SO UM CEGO PRA NJÃO VER QUE O MUNDO VEM PIORANDO CADA DIA EM TODOS OS ASPECTOS, DA MUSICA A RELIGIÃO, MAS PARA AS PESSOAS QUE GOSTAM DISSO É NORMAL. E ESCOLA NÃO É LUGAR PRA ISSO, ESSA CONVERSA É PRA FAMILIA, ESCOLA NÃO TEM ESSE DIREITO
 
blade
blade - 11 de Julho às 16:14
Duvido que esses pais que questionam conversam com seus filhos sobre sexo. Deixem eles verem as novelas e aprenderem através de seus celulares e tablets ou na rua, ai quando acordarem poderá ser tarde demais.
 
André
André - 11 de Julho às 15:44
Ontem proibido, hoje permitido, amanhã obrigatório! Prestem bem atenção...
 
lUIZ
lUIZ - 11 de Julho às 15:16
Imprensa e escola polemizando falsas questões para se promoverem, ainda que ao custo de empurrar ideologias embusteiras p cima de alunos e famílias. Há tempos que a sala de aula se transformou em aparelho de doutrinação, o professorado perdeu qualquer autoridade moral e mesmo intelectual, pois pessimamente formados, p transmitir valores e lições. O tal discurso "humanista progressista" é a fachada para controlar mentes e comportamentos. Antes o proselitismo se centrava somente nas faculdades, mas lá o jogo virou e restou a essa gente aliciar, de forma covarde, adolescentes ainda em formação.
 
Eliseu
Eliseu - 11 de Julho às 15:09
Se a escola quer ajudar a sociedade nesse tipo de assunto, crie então um setor formado por psicopedagogos para orientação em diversos assuntos, onde os alunos interessados pudessem procurar o setor e marcar tanto consultas particulares como se inscreverem em palestras. As escolas deveria utilizar mais tempo inserindo matérias de tecnologia. Diversas profissões convencionais estão desaparecendo e dando lugar a profissões mais técnicas, com base na informática.
 
Paulo
Paulo - 11 de Julho às 14:58
Fui aluno do Santo Agostinho de 1988 a 2000. Desde sempre os assuntos polêmicos são abordados nas salas de aula. Nos dias de hoje, de fato, eles precisam ser esclarecidos da melhor maneira possível. Como ex aluno não tenho dúvidas que o Colégio prepara seu corpo docente e professores e, com certeza, montam uma estratégia didática para que o conhecimento seja passado aos alunos de maneira didática e imparcial. Também sou pai e entendo que os Colégios preparam seus alunos para a VIDA, o mundo é outro e acredito que lá as crianças aprendem muito mais como torná-lo melhor do que com esses "pais".
 
Leopoldo
Leopoldo - 11 de Julho às 14:30
Professores, não todos, mas em sua grande maioria são obsecados compulsivos por implementar tudo que é relativo a ideologia de esquerda através do ensino. Por a sociedade brasileira agoniza.
 
Humberto
Humberto - 11 de Julho às 14:00
Sou a favor que os 128 pais que são contra os ensinos de gênero criem também uma #128afavordafamilia, para que façamos uma comparação de que lado está a sociedade nessa situação. Criar um filho é muito mais que dar a ele a oportunidade de ensinos, é EDUCAR, e nenhum animal no planeta ensina princípios de outros aos seus filhotes. É direito do pai e da mãe, dar ao filho o ensinamento segundo suas crenças, seus princípios e caráter. Se tiramos isso dos pais, como poderemos cobrar dos mesmos uma educação que não se baseou nos seus princípios, mas em princípios impostos por uma sociedade arruinada
 
eduardo
eduardo - 11 de Julho às 13:54
Eu tiraria meu filho a força deste colégio. Processava todos os professores. Processava o colégio. Processava o governo. E eu queria vê se alguém teria o poder de tirar o meu filho de minha casa para estudar nesta boca-de-porco. Lugar de ensinar homosexualidade é no puteiro.
 
eduardo
eduardo - 11 de Julho às 13:54
Eu tiraria meu filho a força deste colégio. Processava todos os professores. Processava o colégio. Processava o governo. E eu queria vê se alguém teria o poder de tirar o meu filho de minha casa para estudar nesta boca-de-porco. Lugar de ensinar homosexualidade é no puteiro.