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PBH quer que camelôs deixem as ruas de BH até o fim deste mês

O prefeito Alexandre Kalil (PHS) prometeu aumentar a fiscalização para a ''retomada do espaço público''. Ambulantes serão notificados e realocados com ajuda da prefeitura

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postado em 19/06/2017 17:52 / atualizado em 19/06/2017 21:23

João Henrique do Vale , Junia Oliveira /

Leandro Couri/EM/D.A PRESS

O comércio clandestino feito por camelôs no Centro de Belo Horizonte está com os dias contados. Os ambulantes têm até o fim deste mês para sair das ruas. O prefeito Alexandre Kalil (PHS) assinou, na tarde desta segunda-feira, o decreto que institui o Plano de Ação para o Hipercentro de BH. A partir desta terça-feira, os 1.137 camelôs, segundo a PBH, receberão avisos para deixar as vias. Depois, serão notificados formalmente. Em seguida, será dado início à fiscalização de retomada do espaço público.

De com a secretária municipal de Serviços Urbanos, Maria Fernandes Caldas, os camelôs deverão ser remanejados para shoppings populares e feiras. “Em um primeiro momento, haverá um chamamento público nos shoppings populares, em que os camelôs não poderão pagar mais de R$ 50 de aluguel. Será uma ação transitória até a prefeitura aprovar na câmara a operação Urbana”, disse.

A ação da prefeitura será dividida em três partes. Na primeira etapa, estão sendo feitos convênios com entidades, como empresários e Sebrae, para capacitar os camelôs para que eles se tornem comerciantes. Haverá 55 vagas disponíveis no Shopping Caetés, que é de espaço público. Será realizado, ainda, o chamamento público para as feiras de segurança alimentar. Neste último, serão licitadas 727 vagas em toda a cidade, não somente no Centro, com cotas específicas para os ambulantes. Se algum desistir ao longo do processo, o espaço volta para o programa.

Em um segundo momento, haverá atendimento individual aos camelôs cadastrados, em que eles serão informados sobre as oportunidades. Além disso, será feito o cadastro complementar. Na última etapa, será dado início à ação de fiscalização nas ruas e apreensão de materiais, e à publicação de editais de feiras livres.

Quando a Câmara aprovar a operação urbana, o que a PBH acredita que deve ocorrer em até dois meses, os empresários de shoppings populares privados interessados terão que diminuir em um terço o valor do aluguel praticado atualmente. Os dois terços serão divididos entre a PBH e o camelô. Essa medida valerá por cinco anos, tempo em que a gestão produtiva do ambulante será acompanhada. Depois, o valor será pago integralmente por ele.

RB

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Hercília
Hercília - 19 de Junho às 21:40
seria razoável reaver os shoppings populares das mãos dos orientais e devolvê-los a estes ambulantes brasileiros como o projeto original, na época foi muito resolutivo
 
Rafael
Rafael - 19 de Junho às 21:06
Finalmente tomaram uma atitude. Mas estava bom demais pra ser verdade. Porque deixar chegar até este ponto? Será sempre assim? O camelô monta ilegalmente uma barraca na calçada, ninguém o impede. Depois, mesmo antes proibidos, os camelôs recebem todo o apoio da prefeitura, com o nosso dinheiro, e recebem uma barraca %u02DCregularizada", com total assistência. Vira um ciclo. Camelô de rua ilegal -> Ganha assistência da prefeitura e torna-se legal -> Vende o box para um japa/china -> Monta novamente uma barraca na rua -> Cidadão ajuda novamente... E nunca acaba.... Só vejo ilícito, caso pensado...
 
Glaucia
Glaucia - 19 de Junho às 20:44
O centro da cidade está imundo! Pichações em todo lugar! Principalmente nos quarteirões fechados da Praça 7. O centro acabou a muito tempo...
 
Douglas
Douglas - 19 de Junho às 19:37
Camelôs, pichadores, moradores de ruas, crakeiros, invasores de terrenos no anel rodoviário, bota-fora na via expressa, fezes e urinas na Savassi e barracas na praça da liberdade. Com a palavra o nosso prefeito.
 
Douglas
Douglas - 19 de Junho às 19:35
BH a Meca da ilegalidade.