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Suspeito de matar cabo da PM em Santa Luzia se escondeu em Felixlândia

Suspeito do disparo se escondeu na Região Central ao saber que a vítima era policial. Segundo policial, dupla disse que se arrepende

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postado em 11/01/2017 13:05

Cristiane Silva

PMMG/Batalhão Rotam/Divulgação
O suspeito de matar o cabo Anderson Heráclito Gaspardine, de 43 anos, no início deste mês em Santa Luzia, na Grande BH, estava escondido em Felixlândia, na Região Central do estado. Ele e o comparsa foram detidos nessa terça-feira e foram apresentados pelas polícias Militar e Civil nesta quarta. O militar levou um tiro na cabeça ao tentar impedir que a cunhada fosse assaltada. Os suspeitos disseram que se arrependem do crime.

Segundo o tenente Marcelo Pery, do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam),  policiais militares e civis trabalharam no levantamento de informações sobre os autores desde a data do crime, 3 de janeiro. Na manhã de terça-feira, o serviço de inteligência obteve informaçõs do paradeiro de Rodrigo Gomes dos Santos, que estava em Felixlândia. “Efetuamos a abordagem e desde o primeiro momento o Rodrigo já passou a situação de que estava envolvido no assalto contra a outra vítima e assumiu ter efetuado o disparo”, explica o militar. Segundo ele, o suspeito informou que saiu com o comparsa na intenção de cometer os assaltos.

“Ele estava escondido lá  (Felixlândia) depois que tomou conhecimento que cometeu um homicídio contra um policiai militar. Estava na casa de um amigo dele, que foi conduzido pelo crime de favorecimento pessoal. Ele não ficou preso, mas será alvo de inquérito”, detalha o militar.

O segundo suspeito, que estava pilotando a moto na qual Rodrigo fugiu, também foi preso. Acompanhado de um advogado, Lucas Junio Soares Lopes se apresentou em uma delegacia depois da prisão do comparsa. “A informação dele é que também teve participação. Os dois são réus confessos”, disse o tenente Pery. A dupla foi autuada por latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Até o momento a arma usada no crime não foi encontrada. Ainda de acordo com o militar do Batalhão Rotam, os suspeitos disseram estar arrependidos do crime.

Relembre o caso

Anderson Gaspardine estava de folga, na noite de 3 de janeiro, e tentou defender sua cunhada logo após ela estacionar o carro na porta de casa, na Avenida Joaquim Lourenço de Oliveira. Segundo relatos da cunhada de Anderson, ela foi até a casa de uma irmã com outras duas irmãs no carro. Por volta das 21h30, estacionou o carro na porta, as duas irmãs desceram e entraram na residência.

Enquanto ela trancava o carro, foi abordada por dois homens que anunciaram o assalto. Nesse momento, o policial militar saiu na rua e percebeu a situação. Ele voltou em casa, buscou a arma e saiu de volta, quando foi atingido por um tiro na cabeça. De acordo com as informações que constam no boletim de ocorrência, ao levar o tiro o cabo caiu e não esboçou nenhuma reação. Apesar de anunciarem que queriam o veículo da vítima, os homens acabaram fugindo em uma moto sem levar o carro.

Ele foi socorrido por moradores para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do São Benedito, mas em virtude da situação delicada foi transferido de helicóptero para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Anderson Gaspardine morreu na noite da última segunda-feira, após seis dias internado.
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sebastião
sebastião - 11 de Janeiro às 18:24
Para a justiça ser feita, esses lixos devem receber todos os dias, 10 borrachas , dois tapas nas caras, um de cada lado para tomar vergonha, cortar uma orelha de cada, para ficarem marcados e 30 anos de cadeia. Comer somente pão seco, para não dar prejuízo ao país.