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Famílias de Paracatu de Baixo conhecem áreas para reconstrução do subdistrito de Mariana

Em julho, as famílias vão votar em qual local preferem morar. Os três terrenos estão localizados em um raio de até 5 quilômetros da antiga comunidade

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postado em 09/06/2016 18:54 / atualizado em 09/06/2016 23:13

João Henrique do Vale

Marcus Desimoni/Nitro Imagens

Os moradores de Paracatu de Baixo, subdistrito de Mariana que foi devastado pela lama de rejeitos que vazou da Barragem do Fundão, em 5 de novembro do ano passado, conheceram ontem três locais candidatos a receber a comunidade. Em julho, as famílias vão votar em qual deles preferem morar. Os terrenos Joel, Toninho e Lucila estão localizados em um raio de até 5 quilômetros do antigo povoado e a 36 quilômetros do Centro de Mariana.

As visitações começaram na tarde de ontem. “As famílias desceram em cada um dos terrenos. Preparamos um banner com informações sobre o tamanho de cada um, características de água. Elas puderam tirar dúvidas e andar um pouco nos locais”, explicou Alexandre Pimenta, funcionário da Samarco e coordenador da frente de reconstrução das comunidades.

As áreas foram selecionadas de acordo com os sete critérios estabelecidos pela própria comunidade: abastecimento de água, disponibilidade de energia, proximidade a Paracatu de Baixo, facilidade de acessos (incluindo o transporte público), manutenção da vizinhança do subdistrito e topografia/relevo adequados.

Desde janeiro, a Samarco analisou 24 propriedades com a participação da comunidade. Foram 18 encontros temáticos sobre o reassentamento, entre grupos de trabalhos e assembleias com todas as famílias. Além das visitações, a empresa organiza os estudos em diferentes formatos, como cartilhas e realidade virtual em vídeo 3D.

O próximo passo será o diálogo com cada uma das famílias para a definição de detalhes como local, estrutura e padrões de acabamento de cada moradia. Uma vez fechados os acordos individuais, a expectativa é de que os projetos de engenharia fiquem prontos até o fim do ano. A Samarco pretende entregar o novo subdistrito até 2019.

(RG)

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