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Pai fantasiado de Aladdin veste filho de Abu e rebate acusações de racismo

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postado em 09/02/2016 09:46 / atualizado em 10/02/2016 11:31

Estado de Minas

Em meio à euforia do carnaval, fantasias do trio Aladdin, Jasmine e o macaquinho Abu, melhor amigo do Aladdin, levantaram discussão nas redes sociais. O casal, pais adotivos da criança que foi fantasiada de Abu, foi acusado de preconceito racial em postagens no Facebook. A imagem foi registrada durante bloco na Floresta, Região Leste de Belo Horizonte.

Em seu perfil, o pai do menino, o artista de teatro Fernando Bustamante, justificou dizendo que jamais teve a intenção ou imaginou tal tipo de repercussão e foi defendido por amigos que também fizeram postagens de solidariedade, dando testemunhos do amor do casal pelo filho.

Leia também: blogueira do Uai manda carta ao melhor amigo de Abu


"Amigos de Facebook... jamais imaginava tamanha repercussão diante das fantasias escolhidas para o carnaval. Peço que compartilhem a mensagem a seguir em todas as páginas que publicaram uma mensagem tão descontextualizada da realidade. Realmente o meu filho vai me ensinar muito como nos blindarmos do preconceito na cabeça das pessoas. Sou artista, de teatro, e sempre acreditei na diversidade, na igualdade entre as pessoas. Luto por isso e aplico isso na minha vida pessoal e profissional. Gostaria de pedir desculpas a aqueles que se sentiram ofendidos com a nossa fantasia. Jamais foi a nossa intenção. Somos uma família muito feliz e me sinto cada vez mais humano compartilhando a vida com meu filho. Hoje ele desfilou de Pequeno Príncipe e vou aproveitar uma frase desse personagem para expressar o meu sentimento: 'Só se vê de verdade com o coração... o essencial é invisível aos olhos!'. Muitos podem ver um macaco na fantasia de ontem. Eu vejo o melhor amigo do Aladdin. Sem preconceitos e com muito, mas muito amor. Viva a diversidade! Em busca de um mundo ideal", afirmou o artista.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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engenheiraemcrise
engenheiraemcrise - 12 de Ferveiro às 09:18
Acho que na próxima fantasia o pai deve fantasiar o filho de Sherek e ele ir de burro, esta fantasia seria perfeita para ele. Realmente, acredito que o pai não seja racista, mas foi infeliz em escolher uma fantasia para o filho pequeno cheia de significação negativa. No Brasil, até pouco tempo atrás, o homem negro era escravo, servia apenas para o trabalho braçal, era considerado uma raça inferior, uma raça mais próxima do macaco. Faltou bom senso nos pais. A questão não são pessoas preconceituosas, a questão é o contexto histórico e cultural que associa, erroneamente, um animal a uma raça.
 
Marcos
Marcos - 15 de Ferveiro às 15:27
Racismo vai acabar quando pessoas pararem de falar de racismo. Quem está associando negro a macaco é você e os demais. Esse "contexto histórico" está há algumas gerações pra trás já.
 
Marleno
Marleno - 10 de Ferveiro às 17:23
Se meu Galo perder prá Caldense hoje e a coisa ficar "preta" vou dizer que foi racismo e entrar com um processo no STJD... Tenho dito... Gente... racismo está na cabeça das pessoas... Tem muita gente a toa nessa vida. Falta de bom senso viu. Parabéns Pai, mãe e filho. Saúde e Paz sempre...
 
engenheiraemcrise
engenheiraemcrise - 12 de Ferveiro às 09:03
Falta um pouco de conhecimento neste comentário. Culturalmente ao dizer que "a coisa está preta" você está dizendo que a coisa está sem luz, sem conhecimento, sem sabedoria. "E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam." João 1:5
 
FA
FA - 10 de Ferveiro às 16:10
No próximo carnaval vou me fantasiar de branco e quero ver se os "politicamente corretos" irão me defender. Se um negro usa uma camisa escrita "100% Negro" ele é um defensor das minorias, se eu usar uma escrito "100% Branco" provavelmente serei execrado como racista! OS Trapalhões nunca existiriam neste mundinho chato dos chatos de plantão!!!
 
Maria
Maria - 10 de Ferveiro às 16:08
Estamos chegando a num ponto em que teremos que escolher com quem conversar. Se você encontrar com uma pessoa gorda, negra, gay e ptista é melhor sair correndo. Pode ser preso só pelo fato de olhar para ela.
 
rodrigo
rodrigo - 10 de Ferveiro às 12:24
O verdadeiro "MACACO" é o primata que vë coisas ruins em pequenas coisas! A cabeça desses primatas são cheias de maldade, crueldade e mentiras! O racismo esta dentro de cada "MACACO PREGO" que vê ruindade em tudo!
 
José
José - 10 de Ferveiro às 09:47
Impressionante o que a falta de amor, de bom senso e a burrice do politicamente correto podem fazer. Acaba que o Pai, que era para se passar por vítima, deu uma grande volta por cima e arregaçou com a pequena alma daqueles que o criticaram. Tomara mais pessoas o façam, detonando o preconceito, principalmente esse que nasce na cabeça das "vítimas", e que, mais das vezes não passa de vontade agredir...
 
Marcos
Marcos - 10 de Ferveiro às 08:37
O racismo está nos olhos de quem o vê!
 
Silvana
Silvana - 10 de Ferveiro às 08:05
Chatear que está ficando viver nesse mundo politicamente correto!!!não pode fantasiar com peruca black, não pode pôr enchimento para parecer gordo, não pode fantasiar de empregada doméstica, não pode fantasiar de gay, tudo agride as minorias! Melhor acabar com o carnaval então!!!
 
Adriano
Adriano - 10 de Ferveiro às 02:00
Povo atoa. vão trabalhar cambada. se Tomassem menos conta da vida dos outros, o mundo estaria melhor e menos chato........Tudo agora é Racismo ????
 
Luiz
Luiz - 09 de Ferveiro às 23:02
Pra mim o único mal que ele fez a criança foi levá-la ao carnaval.
 
andre
andre - 09 de Ferveiro às 22:15
O cara adotou o menino !!! Quem criticar adote um menino ok ! Povo e lixo
 
Betina
Betina - 09 de Ferveiro às 21:55
Fernando, conheço seu trabalho e o admiro muito. Você se expressou de forma muito autêntica, mas perdoe dizer uma coisa: não deveria ter se desculpado. Nada em seu gesto foi motivo de ofensa a quem quer que seja. E se desculpar é fazer como muitos têm feito diante das intolerâncias e excessos. É dar uma razão talvez pelo receio de se irritarem mais ainda por você crer que está certo. E você realmente está certo. os excessos estão em voga. Infelizmente você foi a vítima da vez. Não dê tanta importância. A ignorância parece ser o "bem" mais disponível no Planeta.
 
Marlúcio
Marlúcio - 09 de Ferveiro às 20:42
Esse movimento pelo politicamente correto é muito chato, subverte todo o contexto para tentar justificar, ou encontrar, um possível ato preconceituoso. Vou dizer, meu preconceito é por gente chata, principalmente os chatos por procuração, os que se sentem ofendidos no lugar de quem supostamente teria sido objeto do preconceito.
 
Nilson
Nilson - 09 de Ferveiro às 20:01
Eu acho que há muitos exageros no politicamente correto, mas concordo com o Helvecio aqui abaixo: um pai de família branco fantasia seu filho adotivo negro de macaco e se espanta com a repercussão. Acho que o paizão aí, por mais amor que tenha, por mais nobre seja seu gesto de adoção, foi imprudente. Muito imprudente mesmo.
 
Humberto
Humberto - 10 de Ferveiro às 16:23
Concordo
 
Eduardo
Eduardo - 09 de Ferveiro às 16:53
Não entendo a reação. Carnaval todos se fantasiam, homem veste de mulher, mulher veste de homem é por aí vai. Agora não pode fantasiar de macaco que é racismo!!!!! eita Brasil atrasado, por isso estamos nessa m...rda!
 
Flávio
Flávio - 09 de Ferveiro às 16:34
Esse povo não tem o que fazer e querem acabar com a alegria de qualquer fantasia. Daqui a pouco vão querer que a gente vá ao carnaval de smoking.
 
Cristina
Cristina - 09 de Ferveiro às 15:38
A criança é linda, parece feliz e pronto. É o que importa. Não acredito jamais em racismo. Foi só um ato impensado. Ele é o amigo do Aladin, está lindo!
 
Helvecio
Helvecio - 09 de Ferveiro às 14:23
Um pai de família fantasia seu filho adotivo que é negro de macaco e se espanta com repercussão que isso causou nas redes sociais? Inacreditável.
 
Wesley
Wesley - 10 de Ferveiro às 22:40
Fico pensando como seria se tivessem adotado uma menina gordinha (muito obesa) e a fantasia deles fosse de rei e rainha e a da menina gordinha fosse a da princesa Fiona...
 
Antonio
Antonio - 10 de Ferveiro às 15:08
Helvécio, o pai da criança disse que no outro dia fantasiou o menino de Pequeno Príncipe. O que a sua cabeça pequena pensa disso então, já que nas páginas do livro, o Príncipe é loiro e de olhos azuis! Seria uma heresia? Seria uma provocação?
 
Andre
Andre - 10 de Ferveiro às 11:33
Cabeça ruim e olhos de maldade você tem heim???? Deve ser petista. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
Andre
Andre - 10 de Ferveiro às 11:31
Esse tal de racismo em tudo que se vê, já encheu o saco. O povo devia se preocupar mais com o que acontece no pais. Milhões foram para as ruas atrás dos blocos mas ninguém corre pelos seus direitos políticos..
 
Luiz
Luiz - 10 de Ferveiro às 08:36
Inacreditavel é a cabeça das pessoas, tudo coloca maldade! Não vi nada demais. O cara Adotou a criança negra e vem me falar de preconceito? Preconceito é este comentário seu
 
Richardson
Richardson - 09 de Ferveiro às 21:56
Inacreditável, é você tentar defender uma bobagem dessa. A foto mostra a alegria de um pai com seu filho. O mundo seria muito melhor se tivéssemos pais como esse da foto.
 
Marcos
Marcos - 09 de Ferveiro às 18:08
Inacreditável é o movimento racista e coitadista que cresce no Brasil, copiando a esquerda pilantra norte-americana no que diz respeito às "minorias".
 
Paulo
Paulo - 09 de Ferveiro às 16:53
Não entendeu nada, né?
 
Ronaldo
Ronaldo - 09 de Ferveiro às 15:37
Você mesmo já respondeu: Um PAI fantasia SEU FILHO, o resto é falta de fazer de idiotas de plantão que só enxergam o errado onde ele NÃO EXISTE.
 
Andre
Andre - 09 de Ferveiro às 13:25
RIDÍCULO. TUDO AGORA VIROU MOTIVOS PARA FALAR DE RACISMO.... O racismo existe após cotizarem diversos setores, mostrando que existe diferença nas cores. Todo nós somos iguais em tudo. A competência não é válido pela cor .
 
Luiz
Luiz - 09 de Ferveiro às 23:05
Se vc for falar em cotas, busque o aspecto histórico primeiro. As cotas apenas corrigem uma história de segregação neste país.
 
Paulo
Paulo - 09 de Ferveiro às 12:14
O povinho nojento! O cara ama o filho adotado e os palhaços ficam de mimimi!
 
Marcos
Marcos - 09 de Ferveiro às 10:52
Salta aos olhos o carinho do moço pelo menino. Hoje em dia, tudo é preconceito, tudo é motivo de críticas mal pensadas. |MP|
 
Tarcisio
Tarcisio - 09 de Ferveiro às 10:37
As pessoas precisam respeitar os sentimentos dos outros. Tudo, até mesmo uma expressão de carinho, ao levar o filho para participar da folia caracterizado como um personagem essencial dentro do contexto, criam fantasmas onde não há. Vamos combater qualquer tipo de preconceito somente quando ele estiver presente. Deixem as pessoas curtirem o carnaval com liberdade e criatividade como a família da reportagem.
 
Eduardo
Eduardo - 09 de Ferveiro às 10:23
Já começou o bloco dos desocupados, se o menino fosse branco e tivesse com a mesma fantasia não seria preconceito, agora por ser negro é preconceito. Isso é carnaval, cada um fantasia do que quiser, sem preconceitos. Não podemos aceitar mais isso, o pessoal da turma do preconceito, se transformaram em aproveitadores, para tirar vantagem, falam que isso, é uma agressão contra a raça negra e conseguem sempre alguma vantagem. Daqui a pouco se você for se você olhar para um negro, e for branco, irão falar que você esta com olhar de desprezo e isso é preconceito.
 
paulo
paulo - 09 de Ferveiro às 10:11
pai legal esse!!! participa do crescimento do filho, adotou uma criança, sente amor pela família...é o que importa...para os críticos de plantão do facebook, vão viver a vida de voces...voces é que são preconceituosos e igualmente covardes para levantar essa polêmica escondidos atrás de um pc...