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Minas terá verão com chuva dentro da média; fevereiro será período mais crítico A estação mais quente do ano começa no próximo sábado e se estende até março de 2014. Período mais crítico da chuva deve ser em fevereiro

João Henrique do Vale

Publicação: 18/12/2013 10:08 Atualização: 18/12/2013 10:51

Minas Gerais terá um verão com chuvas dentro da média histórica no Estado, segundo previsão da Cemig. De acordo com o meteorologista Arthur Chaves de Paiva Neto, a estação mais quente do ano, que começa no próximo sábado, deverá ter precipitações constantes e volumosas, mas dentro do esperado para o período. Em algumas regiões, no entanto, as precipitações devem ficar acima da média, como Norte, Leste e Zona da Mata. Fevereiro deve ser o mês mais crítico. Neste ano, os temporais já mataram sete pessoas.

A temporada 2013/2014 não terá influência dos fenômenos El Niño e La Niña, já que o Oceano Pacífico está em estado de neutralidade. Com isso, o volume de chuva deve ficar próximo à média histórica.

De acordo com o meteorologista Arthur Chaves, em dezembro, as regiões Norte e Leste de Minas vão ter volume maior de precipatação. Já no Centro e Centro-Oeste do Estado, as chuvas ficarão dentro do estimado para o período. Para janeiro, a previsão é de temporais dentro da normalidade no Leste e Centro-Oeste de Minas. No restante do Estado, é esperada chuva ligeiramente acima da média histórica.

A situação pode ficar crítica em fevereiro, quando é esperado grande volume de chuva para todas as regiões de Minas, com exceção do Sul. Em março a previsão é de temporais abaixo da média no Triângulo e dentro da média histórica no Centro, Centro-Oeste e Sul de Minas. “As demais regiões do Estado devem ter chuvas acima da média, portanto são esperados os maiores acumulados de chuva para o Norte de Minas, Leste e Zona da Mata”, afirma o meteorologista.

Minas já registra sete mortes em decorrência da chuva

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) já confirmou sete mortes em decorrência da chuva em 2013. O órgão incluiu no balanço, nesta quarta-feira, as cinco pessoas da mesma família que foram soterradas dentro de uma casa em Sardoá, na Região do Rio Doce, após um barranco deslizar. No imóvel havia seis moradores. Os corpos de cincos deles já foram retirados. Uma criança segue desaparecida.

As vítimas resgatadas foram identificadas como Vladimir de Souza, de 24, Maria da Conceição Souza, de 50, Walace Catarino Costa Souza, 9, Wanderson Souza Batista, 10, e Gabriela Souza Batista, 6.

A primeira morte deste ano foi registrada em Astolfo Dutra, na Zona da Mata. Em 4 de outubro, Romário Rocha Cazarim morreu atingido por um raio. Ele trabalhava em uma área rural quando foi atingido.

Em 5 de dezembro, uma menina de 12 anos morreu vítima do desabamento de um barranco em Caratinga, Vale do Rio Doce. Vitória Carolina Venâncio dormia quando o grande volume de terra caiu e atingiu a parede do quarto onde estava. De acordo com o Corpo de Bombeiros voluntário da cidade, ela chegou a ser socorrida para o Pronto Atendimento, mas morreu horas depois. Os pais e o irmão de Vitória também estavam na casa, mas saíram ilesos porque o deslizamento ocorreu apenas do lado onde ficava a cama da menina.

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