
Rafael conseguiu entrar no imóvel usando a cópia da chave. Ele havia trabalhado em uma obra na residência e fez a cópia. O crime aconteceu em 12 de fevereiro deste ano na casa da idosa. Mãe de três filhos adultos, a advogada vivia sozinha e naquela tarde ela recebeu uma visita inesperada. Rafael ficou no local das 13h até 19h30. Neste horário, ele saiu e voltou após cinco minutos. A polícia acredita que ele retornou para pegar algum objeto que o incriminava.
O corpo de Maria Lúcia só foi encontrado na manhã do dia seguinte, caído na garagem do imóvel, ao lado de um carro. Foi uma vizinha quem acionou a polícia depois de estranhar que a aposentada não tinha colocado o lixo para fora. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) apontam que a advogada foi enforcada e espancada. Vários cômodos da casa foram revirados e apenas um celular foi roubado.

A filha da advogada, Vânia Paiva, ficou aliviada com a decisão da Justiça dizendo que um criminoso tão cruel não pode ficar solto, pois seria um enorme risco para a sociedade. Somente depois da prisão do acusado, a filha conseguiu volta à casa da mãe, porque ficava aterrorizada com hipótese de liberdade do assassino.
