
Ordália disse em entrevista à TV Alterosa que chegou à loja e procurou uma atendente para resolver o problema. Ao explicar as dificuldades que vinha enfrentando com a operadora, a atendente explicou à psicóloga que ela deveria subir ao segundo andar do estabelecimento e ligar para o call center da empresa para explicar o que pretendia. “Quando desci, não tinha mais ninguém na parte de baixo. A loja estava fechada”, conta.
Sem saber o que fazer, a psicóloga voltou para o segundo andar e ligou mais uma vez para o call center da empresa, no Rio de Janeiro. Pelo telefone, ela contou o que tinha acontecido, que estava presa na loja e que precisava de ajuda para sair do local. Solução? Nenhuma. A alternativa foi chamar o Corpo de Bombeiros para fazer o resgate.
Sem conseguir contato com nenhum representante do estabelecimento, os militares usaram um vão estreito entre a loja e um prédio residencial. Moradores ajudaram no resgate também. Foi preciso fazer um buraco na parede para que ela pudesse sair. “Fiquei ansiosa, lá dentro é muito calor e a passagem era estreita para sair”, disse ela à equipe de reportagem da TV. Depois do sufoco, Ordália agradeceu e beijou os militares que a socorreram. Em nota, a TIM disse que pediu desculpas a Ordália e que vai ressarci-la pelos transtornos.
