
O clássico entre Cruzeiro e Atlético pela final do Campeonato Mineiro terminou com 13 pessoas presas, entre elas 12 flanelinhas que importunaram motoristas na Região da Pampulha, nas proximidades do Mineirão. O outro detido é um cruzeirense que seguia para o estádio com bombas (tipo garrafão) e foi flagrado perto da Avenida Cristiano Machado, Região Nordeste de Belo Horizonte.
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De acordo com o coronel Antônio de Carvalho Pereira, do Comando de Policiamento Especializado (CPE), ao todo foram registrados 10 boletins ocorrência na Delegacia de Eventos e a juíza de plantão determinou punição para os envolvidos. Todos foram liberados depois da resolução da magistrada. Mais de 30 pessoas passaram pela delegacia, entre envolvidos e testemunhas.
Além dos flanelinhas e do torcedor preso com artefato, também ocorreram casos de desacertos comerciais, com registros de danos a consumidores que compraram ingressos e não conseguiram assistir ao jogo. O último caso que foi parar na delegacia, ocorreu depois da partida. Uma torcedora procurou os policiais ferida, dizendo que havia sido atingida por uma pedrada. Segundo o coronel Carvalho, os policiais conseguiram identificar que a agressão partiu da torcida organizada Pavilhão Independente, no entanto ninguém foi preso.
Para o coronel, o esquema de segurança funcionou bem e os crimes registrados foram de “pequeno potencial”. Antes do jogo, os policiais contiveram apenas corre corre e insultos entre rivais na chegada ao estádio. Dentro do Mineirão, houve empurrões entre dois cruzeirenses e um atleticano e foi necessária a intervenção da PM. Na Estação Eldorado, em Contagem - um dos pontos mais monitorados pela polícia - também houve tumulto, mas não foi registrada ocorrência.
