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Museu de História Natural da PUC Minas passa por perícia nesta manhã Equipes da Polícia Civil chegaram ao local por volta das 9h para colher materiais que identifiquem as causas do incêndio. Ainda não há previsão para a reabertura do espaço.

Cristiane Silva

Paula Sarapu

Publicação: 23/01/2013 11:36 Atualização: 23/01/2013 11:48

Fogo começou na tarde de terça-feira no segundo andar do prédio, que fica no Bairro Coração Eucarístico (Ivan Drummond/EM/D.A Press)
Fogo começou na tarde de terça-feira no segundo andar do prédio, que fica no Bairro Coração Eucarístico


O segundo andar do Museu de História Natural da PUC Minas, atingido por um incêndio na última tarde, passa por perícia na manhã desta quarta-feira. A equipe de criminalística da Polícia Civil chegou ao local por volta das 9h. O museu deve permanecer fechado até a recuperação da área danificada. Ainda não há previsão para o início das obras.


O incêndio de grandes proporções atingiu o prédio localizado no campus Coração Eucarístico, Região Noroeste de BH, e colocou em risco uma coleção científica que é referência internacional. A extensão dos danos ainda não foi contabilizada, mas já se sabe que as chamas consumiram boa parte do segundo andar, onde estava a exposição com a trajetória de Peter Lund (1801-1880), paleontólogo dinamarquês que estudou cavernas de Minas e tornou-se conhecido como pai da paleontologia (fósseis), arqueologia e espeleologia (estudo das cavernas) brasileiras. Para alívio dos pesquisadores, aparentemente foram atingidas apenas réplicas em exposição. Os fósseis de milhões de anos, preservados em salas separadas, não chegaram a ser afetados.

No primeiro andar, onde está a exposição sobre répteis, o fogo chegou a causar danos. Já se sabe que os esqueletos de dinossauros expostos nesse pavimento se salvaram, mas outros exemplares podem ter sido atingidos. O corpo do gorila Idi Amin, que está sendo preparado para exposição, também foi preservado.

Como a orientação dos bombeiros foi para não acender as luzes, só nesta quarta deve ser feito um inventário dos danos. Já no terceiro pavimento o prejuízo se resumiu à fumaça e à fuligem, sem propagação de chamas. Uma funcionária da limpeza ficou presa nesse último andar, mas conseguiu chegar ao terraço, de onde foi resgatada pelos socorristas sem ferimentos. (Com informações de Guilherme Paranaíba e Gustavo Werneck)
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