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Estado de Minas

Professores da UFMG aprovam indicativo de greve

Docentes da instituição não são ligados ao Andes-SN, que coordena a greve nacional, e possuem outras reivindicações.


postado em 01/06/2012 13:33 / atualizado em 01/06/2012 13:47

Professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aprovaram o indicativo de greve da categoria. A decisão foi tomada em durante uma assembleia na manhã desta sexta-feira no Instituto de Ciências Exatas (Icex).

De acordo com o vice-presidente da Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte e Montes Claros (Apubh), que representa a UFMG, Armando Gil, os docentes da instituição têm reivindicações particulares diferentes das exigências do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), ao qual os professores da universidade não estão ligados. “Existem coisas comuns, mas nossa reivindicação especial é pela reformulação do plano de carreira e uma nova malha salarial para os professores. Hoje existem várias carreiras de servidores executivos federais, que exigem apenas nível superior, cujo piso é maior ao de um professor titular com doutorado e dedicação exclusiva à carreira”, afirma.

Ainda de acordo com Armando Gil, nos próximos dias haverá discussões locais em cada unidade da UFMG para discutir a situação. Está marcada para o dia 12 de junho uma nova assembleia com os profissionais da instituição. Por enquanto não há previsão para uma paralisação na universidade.

Greve nacional

Docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) de todo o Brasil estão em greve desde 17 de maio. A mobilização é coordenada pelo Andes-SN. Os servidores querem a reestruturação da carreira docente, com valorização do piso - o vencimento base hoje é R$ 557,51 para uma carga horária de 20 horas semanais - incorporação das gratificações; valorização e melhoria das condições de trabalho. “(o indicativo de greve) É uma advertência antes de paralisar. Ao mesmo tempo, damos um aviso para o governo de que também queremos reformulação da carreira”, explica o vice-presidente da APUBH.


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