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| Marcos Trigueiro chegou ao tribunal sob escolta |
O maníaco do Bairro Industrial, Marcos Trigueiro, começou a ser julgado pela segunda vez na manhã desta quinta-feira. Dessa vez ele responde pelo estupro e morte de Maria Helena Lopes Aguilar, de 48 anos. O crime aconteceu em setembro de 2009 no Bairro Califórnia, Região Noroeste de Belo Horizonte. O réu chegou ao tribunal vestido com o uniforme vermelho da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) e chinelos de borracha.
Durante interrogatório, Marcos Trigueiro disse não se lembrar dos fatos que ocorreram durante os crimes. O juiz leu os depoimentos prestados pelo acusado à Polícia Civil e ao Ministério Público antes do início dos julgamentos. Trigueiro havia dado detalhes dos crimes e afirmado ter pego o celular de Maria Helena. No interrogatório desta manhã, o maníaco negou as afirmações anteriores e respondeu algumas perguntas do promotor, Herman Lott.
Ele contou ao promotor sobre o casamento e a família, sobre os estudos e detalhou como acabou sendo baleado pela polícia durante uma abordagem policial. O promotor perguntou ao acusado se ele se recordava de ter estrangulado Maria Helena. Trigueiro negou e disse que não queria falar mais nada no tribunal.
Marcos Trigueiro é acusado de estuprar e matar quatro mulheres em BH e cidades da região metropolitana. Nesta manhã, o advogado de defesa do acusado, Rodrigo Bezzotto, afirmou que vai tentar reduzir a pena do cliente. A promotoria pede que Trigueiro seja julgado separadamente pelos crimes de estupro e morte. O advogado pretende retirar os qualificadores dos crimes pelos quais Trigueiro é acusado e levar o cliente a julgamento por estupro seguido de morte. Caso o réu seja julgado conforme a indicação da promotoria, a pena pode variar entre 12 e 30 anos de prisão. Se responder por estupro seguido de morte, o maníaco pode ser condenado a até 16 anos de prisão.
O corpo de jurados foi sorteado entre 25 possíveis jurados. Sete pessoas foram escolhidas, sendo cinco homens e duas mulheres. A defesa adiantou que vai voltar a questionar a saúde mental de Marcos Trigueiro. Tanto a promotoria quanto o advogado de defesa dispensaram os depoimentos das testemunhas. Eles irão usar apenas os depoimentos prestados anteriormente. Lott acredita que o julgamento deve durar cerca de 6h30. O juiz, Glauco Eduardo Soares Fernandes, presidirá o julgamento no 2º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette. O réu está preso na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem.
O crimeDe acordo com a denúncia do Ministério Público, o maníaco abordou a vítima e simulou um assalto. Ele obrigou a mulher a dirigir até o Bairro Califórnia, onde a estuprou. Em seguida, o réu estrangulou a vítima com o cinto de segurança e dirigiu o carro até a BR-040 onde trancou e abandonou o veículo. O Ministério Público denunciou Trigueiro pelos crimes de homicídio qualificado (por motivo torpe, por meio insidioso ou cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime); por constranger a mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça e por furto.
Outros julgamentosAna Carolina Menezes estava no carro com o filho de um ano e meio no Bairro Alto dos Pinheiros, na Região Noroeste de Belo Horizonte. A criança foi deixada pelo maníaco no colo do corpo da mãe. Em junho deste ano, o réu foi condenado a 34 anos e quatro meses de prisão homicídio qualificado, estupro, furto e ainda por expor a vida de uma criança a perigo iminente.
Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35, foi assassinada pelo maníaco em novembro de 2009, na entrada do Condomínio Retiro das Pedras. Por esse crime, o réu será julgado na comarca de Nova Lima.
Pelo assassinato de Adina Feitor Porto, de 34 anos, que estava desaparecida desde o dia 27 de janeiro de 2009, o maníaco será julgado na comarca de Ibirité. Adina foi estuprada e morta no Bairro Lindéia, na Região do Barreiro.
O carro da vítima foi encontrado na Via Expressa, no Bairro Camargos, na Região Noroeste de Belo Horizonte. O da mulher foi encontrado uma semana depois em uma estrada rural da cidade de Sarzedo e também apresentava sinais de estrangulamento.
(Com informações de Ana Carla Mourão/TV Alterosa)Confira mais detalhes no Jornal da Alterosa 1ª edição às 12h30
Esta matéria tem: (8) comentários
Autor: Full Metal Jacket
Joga ele pros cachorros do Bola! | Denuncie |
Autor: antonio rubens
Pelo visto o LULA e sua turma fizeram escola... Eu também não me lembrarei de pagar as minhas contas, de ir trabalhar entre outras coisas... | Denuncie |
Autor: demonya kham
SAUDADES DE HITLER: PLANTA O TRIGUEIRO NO VASO EM FRENTE AO FORUM PRA EXEMPLO. PEGA UM BOM MEDICO , AMPUTA PERNAS BRAÇOS, RETIRA UM OLHO, UM TIMPANO FURADO, CORTA A LINGUA, CASTRA ELE E PLANTA ELE NO VASO DEIXA ELE ALI EM FRENTE NA AUGUSTO DE LIMA , TODOS OS DIAS , PRA ELE VER PESSOAS. SAUDADES DEH. | Denuncie |
Autor: Daniel Rosa
É sempre assim...não me lembro, estava possuído pelo demônio, ou sou uma pessoa insana, incapaz, sob efeito de drogas,cachaçado...blá,blá,blá!!! Aqui devia ter inforcamento em praça púbica pra estes casos. | Denuncie |
Autor: Stefanie Souza
Ôoo coitado...ele não se lembra do q fez...nossa engraçado tbm não me lembro o q almocei ontem...rsrs. Ele é um monstro e vai mofar na cadeia!!! | Denuncie |
Autor: Marcio Correa Filho
Cada um faz seu trabalho. Deixem o advogado em paz.. ele tá simplesmente fazendo o trabalho dele. Se ele gosta de trabalho sujo é o direito dele. Ele defende quem ele quer e da forma que ele quiser. Critiquem o juiz e o promotor que tenho certeza que vao engolir essa bem facim... PQ pra ele fodas! | Denuncie |
Autor: renato cheloni
Não desejo mal a ninguém, mas se este estrupador tivesse matado a esposa deste advogado...certamente apareceria outro advogado para defender, isto é um monstro!tem que ser enforcado para que sirva de exemplo, não merece esta vivo, um cara deste me da nojo! Vai fugir da cadeia e tornar a matar! | Denuncie |
Autor: AP Barbosa
Quem está precisando de exame de sanidade mental é este advogado de porta de cadeia. | Denuncie |