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Prateleiras no corredor

Quiosques em shoppings são opção para pequenos empresários na área de franquias

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postado em 31/05/2015 06:05 / atualizado em 31/05/2015 09:30

Jorge Macedo - especial para o EM

Paulo Filgueiras/EM/D.A Press

Camisas de futebol retrô, cervejas especiais, almofadas de pelúcia antialérgicas e temperos culinários estrangeiros, além de uma dezena de outros produtos diferenciados. Em uma aposta por nichos bastante específicos de consumidores, pequenos investidores apostam na implantação de quiosques em shopping centers, supermercados e outros centros de compra. A proposta é aproveitar o grande público desses estabelecimentos para apresentar novos produtos ao mercado.

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o número de quiosques cresce acima de dois dígitos. No comparativo entre 2013 e 2014, a evolução foi de 10,7% (subiu de 3.931 para 4.350). Seja em shopping centers, lojas âncoras ou supermercados, as unidades apostam na captação do público de  marcas maiores.

O diretor de Inteligência e Mercado da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Cláudio Tieghi, afirma que grandes estabelecimentos possuem dados para municiar o investidor sobre os retornos projetados para o empreendimento. Entre outros, pode ser apresentado qual o tíquete médio, o tempo de permanência do cliente e a forma de pagamento. Isso não impede o franqueador de buscar outros dados para confrontar com os apresentados pela empresa. “A grande força é a própria marca e o fluxo de pessoas que ela gera. Mas a franquia também tem que ter a sua atração. Nada a isenta de fazer ações de marketing”, afirma.

Além disso, na seleção do tipo de franquia, o investidor deve preocupar-se com alguns fatores: o ramo de negócio deve estar de acordo com as afinidades pessoais; é preciso comparar a rentabilidade da franquia em diversos tipos de operação (rua, loja, shopping etc.); e a seleção do local.

No caso de quiosques, um facilitador é o menor custo de operação devido às atividades mais enxutas. O número reduzido de funcionários, o custo menor com aluguel e outros gastos podem fazer o negócio ser mais rentável. Segundo o sócio da Liga Retrô, franquia voltada para camisas antigas de times de futebol, Marcelo Roisman, o sucesso dos quiosques garantiu o sucesso da marca. Em 2014, a empresa faturou R$ 25 milhões. Atualmente, são 36 unidades espalhadas pelo país, sendo oito lojas em shoppings e na rua e 28 quiosques (dois deles em aeroportos).

O investimento na loja é duas vezes maior. Ele admite ter havido certo receio na criação de quiosques nos primeiros anos, mas hoje a recomendação para novos investidores são os quiosques. “Tem tanta possibilidade de venda quanto a loja. A visibilidade (do quiosque) é muito boa, por estar no meio do corredor”, afirma Roisman.
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