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Reputação protege o negócio

Relacionamento da empresa com fornecedores, empregados, parceiros e clientes é decisivo na determinação de seu prestígio. Desafios são ainda maiores depois das redes sociais

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postado em 21/12/2014 09:57

Patrimar/Divulgação

A reputação das empresas pode ser um ativo tão forte que se torna decisivo em momentos de crise, garantindo fôlego às companhias no gerenciamento de seus desafios, uma espécie de proteção ao negócio. A busca por uma reputação sólida também abre caminho para aprimorar o relacionamento das empresas com seus diversos públicos.

Com 52 anos de operações, a Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina e líder no mercado brasileiro de aços planos. Responsável pela geração de cerca de 20 mil empregos diretos, a siderúrgica tem unidades em sete estados do Brasil (MG, SP, RS, PE, BA, ES e RJ) responsáveis por extrair o minério, transformá-lo em aço, beneficiando o produto de acordo com as especificações dos clientes no Brasil e no exterior, além de oferecer serviços logísticos. Destaque entre as 10 empresas apontadas no estudo as Marcas Mais Prestigiadas de Minas com sede no estado, a empresa também está entre as 87 marcas pesquisadas em 2014.

“Empresas não são ilhas, são agentes que devem interagir com o meio onde estão inseridas. Cultivar um relacionamento de parceria com a comunidade, de crescimento mútuo e responsabilidade partilhada, é um fator estratégico para a reputação de qualquer empresa”, afirma o presidente da Usiminas, Rômel Erwin de Souza. Segundo o executivo, outro fator importante é o capital humano da corporação, que cria novas tecnologias, está próximo à realidade dos clientes, busca produtividade industrial e contribui para o desenvolvimento das comunidades onde a empresa atua. “São as pessoas que impulsionam a empresa, trabalhando em equipe e convergindo as ideias, em um clima de cooperação e confiança”, afirma Rômel de Souza.

CRISES A Patrimar Engenharia, empresa que completa 20 anos, mas que teve sua origem em 1980 com a M. Martins Empreendimentos Imobiliários Ltda, é um dos destaques do estudo Marcas Mais Prestigiadas de Minas no segmento da construção. Lucas Couto, diretor comercial e de marketing da empresa, considera que a reputação é resultado de frutos colhidos, principalmente em momentos difíceis. “As empresas que mais se sobressaem quanto à credibilidade sofrem menos em momentos de crise”, aponta. Segundo ele, o cliente da construção civil está em um momento mais seletivo, com a perda de ritmo da economia brasileira. No entanto, a empresa pretende faturar em 2014, 5% a mais mais que os R$ 380 milhões registrados em 2013.

Couto destaca que o foco da empresa está 100% no cliente. Para que o sonho da casa própria não sofra arranhões, a empresa investe pesado no monitoramento da satisfação do seu consumidor. “Hoje, cada consumidor é um alto-falante. Muitas vezes, antes de se queixar com a empresa ele publica sua reclamação”, afirma.

Internet cobra agilidade das empresasProfessora de marketing e estudos do consumo da Fundação Dom Cabral (FDC), Ivani Becker diz que os maiores desafios para as marcas são decorrentes da tecnologia. “A internet vem transformando o processo de decisão de compra, facilitando a busca de informações e comparação de alternativas, substituindo elos da cadeia e introduzindo novas formas de comunicação publicitária, que, se de um lado trazem opções muito mais acessíveis, por outro lado requerem muito mais agilidade das empresas.”

Segundo a especialista, novos agentes também surgiram no mercado para intermediar as relações de consumo para além dos Procons somados às redes sociais. “Estas invertem o relação de poder entre empresas e consumidores e expõem muito mais as marcas, em um mundo cada vez mais marcado pelo imediatismo e pela reinvenção das relações entre pessoas e produtos”, considera.

O segredo para manter a reputação, na opinião do diretor comercial e de marketing da Patrimar, Lucas Couto, está também na entrega de um produto que atenda cada vez mais às necessidades de seu consumidor. A partir do ano que vem, a construtora, que também incorpora a empresa Novo Lar, vai reforçar seus investimentos na faixa de baixa renda.

A Usiminas destaca também como ações para sustentação de sua reputação e credibilidade intervenções culturais e sociais como o Instituto Cultural Usiminas (ICU), responsável por gerenciar os patrocínios da empresa e por manter uma política consistente de apoio e fomento a projetos educacionais, culturais e esportivos. A empresa também instituiu a Fundação São Francisco Xavier, entidade responsável por gerenciar os projetos de infraestrutura em saúde e educação na Região Leste de Minas Gerais, especialmente no Vale do Aço. A fundação administra o Hospital Márcio Cunha (HMC), em Ipatinga, primeira entidade hospitalar do Brasil a obter o Certificado de Acreditação com Excelência, concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), sendo o 3º hospital do estado em número de internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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george
george - 01 de Janeiro às 09:58
O nome Estado de Minas foi uma boa marca até a saída do João Paulo Cunha, seu carro-chefe. Com certeza a má autocrítica ainda vai continuar a considerá-lo o "grande jornal dos mineiros", mas isso é apenas um modo de dizer. O fato é que com a saída do JPC e, principalmente pelo motivo gerador dela, os outros jornalistas do EM ficam sob suspeita: ou são mesmo radicais de direita ou estão se alienando para garantir o emprego. Por falar nisso, esse jornal não vai contestar a propaganda enganosa do governo mostrando um monotrilho como obra?
 
JOSE
JOSE - 31 de Dezembro às 19:34
E a Petrobras?