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Capilaridade e capacidade de financiar o desenvolvimento destacam o Banco do Brasil

Empresa garante sétimo lugar geral no ranking das marcas mais prestigiadas em Minas

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postado em 14/11/2013 15:59 / atualizado em 14/11/2013 16:47

Em Três Corações, no Sul de Minas, foi erguida a primeira agência do Banco do Brasil no estado. De lá para cá, em 97 anos, uma conquista rara: representação em todos os 853 municípios mineiros %u2013 agências próprias em 446 e Banco Postal nos demais, numa associação com os Correios. A capilaridade do BB se revela também em sua ampla rede de autoatendimento %u2013 são 4.844 terminais no estado %u2013 e no dinamismo dos números: na Grande Belo Horizonte, a atual meta é inaugurar, até junho de 2014, 10 novas agências. Com tamanha presença, o banco garante, mais uma vez, posição entre as 10 marcas mais prestigiadas pelos mineiros, ocupando a sétima posição na pesquisa. O superintendente estadual de Varejo e Governo do Banco do Brasil, Otaviano Amantea, destaca a parceria estratégica, histórica, e o compromisso da instituição com o processo de desenvolvimento do estado como fator preponderante para a consolidação da marca. %u201CNão somos apenas um banco recebedor e pagador. Nossas agências são mais que agências, pois Minas precisa de bancos que alterem a vida das comunidades. Somos o banco oficial do governo, com presença efetiva e que financia grande parte dos investimentos de infraestrutura do estado%u201D, afirma. Além da lembrança no ranking principal, o BB aparece no segundo e quarto lugares, respectivamente, entre "as melhores para investir e as melhores para trabalhar". No segmento (bancos), é a segunda marca lembrada. Está também entre "as melhores em responsabilidade social e as mais reconhecidas pela história e evolução", em terceiro lugar. O BB igualmente se destacou entre as primeiras em ambiente de trabalho", as mais admiradas e confiáveis as mais reconhecidas em inovação, na quinta, sétima e nona posições. Com mais de 2,4 milhões de clientes (pessoa física e jurídica), o BB atingiu, em julho, o montante de R$ 47,6 bilhões de crédito total em Minas 1328,5% destinados ao agronegócio, 25,4% ao consumo de bens duráveis, máquinas, equipamentos e projetos da atividade produtivas e 46% ao consumo e ao capital de giro das empresas. Com grande peso na economia mineira, o agronegócio é atividade estratégica também para o Banco do Brasil, tanto que a instituição responde por cerca de 80% do crédito voltado para a área no estado. Em julho, a carteira de agronegócio do BB chegou a R$ 13,5 milhões e, em setembro, foi firmado com o governo de Minas um convênio inédito no Brasil: o BB assumiu o compromisso de aplicar nesta safra R$ 12 bilhões.
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