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2º Lugar Geral

Pela primeira vez na lista, Banco do Brasil conquista 2º lugar geral em pesquisa

Com uma extensa rede de agências e terminais de autoatendimento, Banco do Brasil adota também as mídias sociais para otimizar o relacionamento com os seus clientes

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postado em 29/11/2012 10:30 / atualizado em 30/11/2012 11:15

ARQUIVO DO BANCO DO BRASIL

De João Pinheiro, no Noroeste do estado, a Santa Cruz de Minas, nos Campos das Vertentes. Não importa o tamanho. Por meio de 513 agências bancárias e 5.795 terminais de autoatendimento, o Banco do Brasil, segunda marca mais prestigiada na pesquisa, leva seus produtos e serviços a 100% dos municípios mineiros, onde estão 3.881.686 clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. “Nossa sintonia com o mineiro é muito grande. Estamos presentes tanto na vida do pequeno agricultor nas cidades do interior quanto dos empresários e comunidades carentes dos grandes centros. Somos também o banco oficial do governo de Minas, responsáveis por atender seus servidores”, destaca Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável.

Para ele, a capilaridade da instituição é um dos motivos que justificam o reconhecimento dos mineiros: “A presença do BB é fortalecida também pelos 10.500 funcionários que ele reúne, já que poucas empresas em Minas têm esse número de colaboradores”. Em 2012, o banco deu início a um novo ciclo em sua história, com o reposicionamento da marca para os próximos anos. Uma campanha institucional, protagonizada pelo ator Reynaldo Gianecchini, marcou o lançamento do conceito ‘Bom pra todos’, em substituição ao ‘Todo seu’.

REDUÇÃO DE JUROS
As mensagens divulgam a importância de ter bons índices de governança, desempenho e lucro, mas também a necessidade de preocupação e cuidado com as pessoas. “A mudança veio para traduzir o novo posicionamento do banco, direcionado para a excelência no relacionamento, e para mostrar que a instituição acredita no valor de uma relação em que todos ganham”, explica o gerente-executivo da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, Delano Valentim de Andrade.

Com o lançamento do ‘Bom pra todos’, o BB aproveitou para anunciar, em abril, a decisão de baixar os juros em diversas linhas de crédito da empresa. A campanha procurou mostrar que o banco, ao cobrar menos pelo empréstimo, permite que o cliente compre mais e melhor com o dinheiro que sobra. “O BB foi a primeira instituição a anunciar a redução dos juros, atendendo o anseio da sociedade por taxas menores e mais adequadas ao novo momento que o país atravessa”, destaca o gerente.

INTERNET
Em suas ações de comunicação, cada vez mais regionalizadas, a instituição não nega a força das novas mídias. Não à toa, o BB foi o vencedor na categoria Internet e Mídias Sociais no XI Prêmio ABT, entregue em 2011 e que reconhece anualmente as práticas de atendimento que mais contribuem para a excelência no relacionamento com os clientes.

Com o case “Um passarinho me contou... Banco do Brasil: excelência em 140 caracteres”, o twitter @MaisBB foi o campeão na categoria Ouro. O perfil no Twitter, que reúne mais de 62 mil tuítes para quase 15 mil seguidores, funciona por meio da central de atendimento em São Paulo, que monitora a rede social em tempo real, responde os posts, analisa menções ao banco e presta esclarecimentos aos clientes. “É uma ferramenta importante para monitorar a satisfação dos nossos clientes. Grande parte das demandas que chegam até as nossas centrais de atendimento, ouvidoria e pela imprensa transitou primeiramente nas mídias sociais”, aponta Andrade.

Ações comunitárias revelam o perfil do banco

No quesito responsabilidade social e ambiental, o Banco do Brasil supera a Nestlé e assume a primeira posição. As demais marcas classificadas nessa dimensão permanecem as mesmas do ranking geral, com exceção da Volkswagen e da Honda, que deixam a lista e dão lugar a duas empresas públicas mineiras: Cemig e Copasa, posicionadas, respectivamente, no 4º e no 5º lugares.

“O reconhecimento dos mineiros sinaliza que eles percebem o BB não apenas como uma empresa na qual possuem uma contacorrente, mas como uma instituição que se preocupa com a região e a comunidade onde vivem”, analisa o vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável, Robson Rocha. De fato, as iniciativas do banco na área de sustentabilidade são diversas e estão espalhadas por todo o país. Só em Minas Gerais, em 13 anos, foram investidos, por meio da Fundação Banco do Brasil, R$ 87 milhões em ações focadas especialmente na geração de trabalho e renda e educação.

Com o BB Educar a instituição alfabetizou 12.500 pessoas no estado, e com o Programa Água para Todos implantou 9.243 cisternas. O AABB Comunidade, presente em 46 cidades mineiras, beneficia 6.123 crianças da rede pública de ensino, que recebem complementação escolar nas Associações Atléticas do Banco do Brasil. Cento e vinte e uma estações digitais mantidas pelo banco ajudam na inclusão digital em diversas regiões mineiras.

A esses exemplos soma-se o trabalho de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS). A iniciativa é uma estratégia para impulsionar as comunidades onde o BB está presente, mobilizando agentes econômicos, sociais e políticos, para apoio a atividades produtivas e economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas. “O banco busca trazer os cidadãos que estavam à margem do sistema financeiro. Não é um empréstimo pelo empréstimo, mas uma oportunidade para identificar o potencial de determinada comunidade ou região”, destaca Rocha. Em Minas, são 377 planos de negócios em andamento em diversas atividades produtivas, como bovinocultura de leite, confecção, turismo e fruticultura, entre outros.

CULTURA E ESPORTES
A atuação do BB no cenário cultural é focada, principalmente, no patrocínio a projetos realizados nos Centros Culturais Banco do Brasil localizados em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e, brevemente, na capital mineira. Resultado de uma parceria entre a instituição e o governo estadual, o CCBB-BH integrará o Circuito Cultural Praça da Liberdade, e deve ficar pronto até o fim do ano. O espaço contará com um teatro com 300 lugares, seis salas de exposição, cafeteria, sala de programa educativo, sala multimeios, loja de produtos culturais e área administrativa.

O BB é também, desde 1991, patrocinador do esporte brasileiro. A instituição apoia as seleções de vôleis de quadra e o Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia (CBBVP), do qual participam atletas de renome internacional. Em Minas, são realizadas etapas tanto da Liga Mundial de Vôlei quanto do CBBVP.

TRAJETÓRIA DE SUCESSO
Até chegar ao design atual , a marca do Banco do Brasil passou por diversas alterações que juntas traduzem os valores que a instituição adquiriu ao longo de seus 204 anos. A história começa em 1808, quando a família real portuguesa definiu sua permanência em terras brasileiras e decidiu criar uma instituição responsável pela regulação do sistema financeiro. A partir daí, iniciou-se uma trajetória que se confunde com o próprio desenvolvimento socioeconômico do país.

“Poucas empresas no mundo têm essa idade. Ao mesmo tempo em que o BB é uma instituição de espírito jovem, as pessoas sabem que ele tem uma história de tradição”, destaca Rocha.
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