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postado em 03/05/2010 08:20 / atualizado em 07/11/2012 20:06

Inaugurada em 1952, fruto do sonho desenvolvimentista do então governador Juscelino Kubitschek, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) tem sua história misturada à de milhões de mineiros. Em quase seis décadas, a empresa procurou estreitar cada vez mais seus laços com o estado, buscando também modernizar-se e adequar-se às mais exigentes normas mundiais do setor elétrico. Com isso, ganhou destaque global, tornando se referência no segmento em eficiência, sustentabilidade e identificação com o público, considerado seu maior patrimônio.

Os bons resultados da Cemig se contam não apenas nos balanços da empresa, que fechou 2009 com lucro líquido de R$ 1,8 bilhão – 1,38% menor que o de 2008, em razão dos efeitos da crise econômica mundial –, presença em 805 municípios, um contingente de 10,8 milhões de consumidores e 9 mil funcionários. São igualmente aferidos pelos inúmeros prêmios que a companhia tem recebido, caso do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, que destaca a empresa há 10 anos e, nos últimos dois, a elegeu líder mundial no segmento utilities. E também no mais recente deles: a vice-liderança da pesquisa As marcas mais prestigiadas de Minas.

Segundo o presidente da empresa, Djalma Bastos de Morais, uma das razões para a conquista é a tradição de bons serviços. "A marca Cemig tem uma presença forte em Minas e no Brasil em função da própria história da empresa, criada por JK. É referência no setor elétrico brasileiro, de início com a construção da hidrelétrica de Três Marias, a primeira usina de grande porte do país. Depois, na gestão competente para construção de usinas e de programas de eletrificação nas cidades e no campo", afirma o executivo, lembrando que a companhia é constituída, hoje, por 59 empresas e participa de 10 consórcios.

COMUNICAÇÃO
De acordo com o superintendente de comunicação empresarial da Cemig, Luiz Henrique Michalick, parte do sucesso mineiro, nacional e mundial alcançado pela marca nos últimos anos se deve à remodelagem de negócios feita em 2004. Na época, a companhia foi desverticalizada, com a separação dos setores de geração e transmissão e de distribuição de energia em duas empresas.

"A partir dali, percebendo que o mercado mundial de energia ficava cada vez mais exigente e competitivo, a Cemig começou a fazer avaliações de marca, imagem e prestígio e a trabalhar mais e melhor esse patrimônio intangível, que, na década de 1960, por exemplo, representava não mais que 20% do valor de uma empresa e, hoje, em alguns casos, chega a 90%", explica.

Michalick ressalta que, atualmente, pesquisas sobre a marca Cemig, assim como estudos sobre eventuais impactos à imagem e reputação da empresa em diferentes cenários, são componentes fundamentais do plano estratégico e influenciam o desempenho de todos os setores da organização. "Não apenas na área da comunicação, mas para todas as ações, investimentos e aquisições, e para dar seguimento a projetos empresariais, sociais, culturais ou ambientais, também pontos fortes da empresa, levamos nosso patrimônio intangível em consideração", diz.
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