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2010

De Betim para o mundo

Responsável em grande parte pelo crescimento econômico, social, cultural e até esportivo do estado, montadora conquista a preferência dos mineiros

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postado em 03/05/2010 08:10 / atualizado em 07/11/2012 20:06

Quando se instalou,em1976, na então bucólica Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Fiat Automóveis deu início não apenas a uma das mais bem-sucedidas histórias do desenvolvimento industrial no país. Também começou um feliz e duradouro casamento com o povo mineiro. Esse é um dos principais motivos que levaram a montadora, líder absoluta em vendas de veículos no país, a ser também a campeã da pesquisa sobre as marcas mais prestigiadas de Minas, realizada entre o final de 2009 e o início deste ano pelo Grupo Troiano e pela Idéia Comunicação Empresarial, de Belo Horizonte.

"Somos uma empresa identificada como Brasil e o seu povo e particularmente com Minas Gerais, nosso berço. Somos reconhecidos também por fazer parte do crescimento do estado e do país e temos um plano de investimentos vigorosos voltados para o crescimento das nossas atividades e para a inovação contínua", afirma o presidente da Fiat para a América Latina, Cledorvino Belini. "Tudo isso nos faz uma empresa contemporânea, com os olhos no futuro e em sintonia com a sociedade", acrescenta.

VOCAÇÃO
Na época da implantação, a Fiat já mostrava vocação para fazer a diferença na vida dos mineiros. "Fazendeiros e pequenos agricultores da região de Betim foram treinados para trabalhar na fábrica, num processo de qualificação de colaboradores e de conseqüente melhoria na qualidade de vida de suas famílias, que só cresceu desde então", ressalta o diretor de Comunicação Corporativa da empresa, Marco Antônio Lage.

De acordo com ele,a empresa também marcou presença no estado, em quase 35 anos, por desenvolver ações voltadas para o crescimento econômico, a preservação ambiental, a inclusão social, a difusão cultural e a promoção do esporte. Lage cita, entre os benefícios no aspecto econômico, o impulso de industrialização que a montadora trouxe para Minas e, especificamente, para a região onde se instalou, com a criação de uma rede qualificada de dezenas de fornecedores.

Os investimentos em marketing esportivo, determinantes para consolidar a marca, tiveram
como destaque o patrocínio à equipe de vôlei do Minas Tênis Clube, hexacampeã brasileira entre 1978 e 1983. "A empresa também deu apoio aos times de futebol do estado e participou de projetos em que o esporte foi sempre visto como instrumento de inclusão social, o que a notabilizou ainda mais", afirma Lage.

Para o diretor, somadas a experiências na área cultural,como a criação da Casa Fiat de Cultura, a programas de responsabilidade social, principalmente nas comunidades do entorno da fábrica, em Betim, e a iniciativas na área ambiental, a atuação da montadora acabou lhe assegurando lugar privilegiado no imaginário afetivo dos consumidores mineiros. "Hoje, a percepção de quem vive no estado é de que a Fiat é uma empresa mineira, atuando no mundo", diz.

BALANÇO
O reconhecimento da marca Fiat pelo público mineiro encontra ressonância no desempenho da montadora no Brasil. Em 2009, as vendas da empresa atingiram volume superior a 3 milhões de unidades de veículos leves , com crescimento de 12% em relação a 2008, consolidando-a como maior vendedora de automóveis do país.A fábrica de Betim liderou o competitivo mercado nacional com 21,9% dos emplacamentos. As perspectivas para este ano também são de crescimento, com novo recorde: estima-se aumento superior a 3%, para um volume de 3,1 milhões de veículos leves vendidos, número que pode ser ainda
maior caso as atuais condições favoráveis do mercado persistam.


TRANSPARÊNCIA É MOTIVO DE ORGULHO

A excelência da Fiat foi comprovada com posicionamento de destaque entre as 10 empresas mais bem avaliadas nos seis atributos que compõem a pesquisa. Em quatro deles,a montadora de
Betim deixou todas para trás: admiração e confiança, capacidade de inovação, qualidade de produtos e serviços e ambiente de trabalho.

Segundo o diretor de Comunicação Corporativa da montadora,Marco Antônio Lage, a supremacia no quesito Admiração e confiança se explica pelo "orgulho que os mineiros sentem da empresa", em um processo que começou nos anos 70 e foi se fortalecendo, nas últimas quatro décadas –em outro atributo, história e evolução, aliás, a empresa ficou em segundo lugar, atrás apenas da Cemig.

"A maneira diferenciada com que a Fiat lida com seus stakeholders, sejam empregados, fornecedores, consumidores,concessionárias, imprensa ou as comunidades próximas à fábrica , faz com que todos se vejam como protagonistas do negócio da empresa", explica.

A preocupação com inovação e qualidade de produtos e serviços, apesar de obrigatória para a sobrevivência no setor automobilístico, também ganha relevo na Fiat. Segundo o presidente da montadora, Cledorvino Belini, isso é fruto da obsessão com que tais aspectos são tratados no processo produtivo.

"A Fiat tem um objetivo claro no Brasil e na região da América do Sul: a liderança de resultados. Para tanto, buscamos não apenas a liderança em market share, que é importante, mas também índices superiores de qualidade dos produtos e de inovação tecnológica, ganhos de competitividade e de valor agregado para os clientes e também o melhor relacionamento com os nossos parceiros", afirma.

Em relação à liderança entre as marcas avaliadas como as melhores para se trabalhar, os motivos,
de acordo com o diretor Marco Antônio Lage, remontam à tradição de transparência da Fiat no relacionamento com os empregados. "Um grupo do porte da Fiat não fica 30 anos sem registrar greves à toa. Os funcionários cultivam um sentimento de pertencimento, de responsabilidade em relação à empresa, que sempre atuou com reciprocidade", afirma.
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