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Guia para o réveillon: escolha a melhor bebida para o brinde

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postado em 29/12/2009 13:43 / atualizado em 29/12/2009 20:23

Thiago Ventura

Daniel Ferreira/CB/D.A Press

O réveillon se aproxima e para a tão esperada hora da virada a bebida mais escolhida é um espumante. Antes só consumido nas festas de fim de ano ou em comemorações, a bebida começa a se popularizar e conquistar mais apreciadores.

Estimativa do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) aponta uma alta de 25 a 30% nas vendas de espumantes este ano em relação a 2008. Só o mês de dezembro deve ser responsável num incremento médio de cerca de 50%, na comparação com o mesmo mês no ano passado.

No entanto, a grande oferta de produtos nacionais e importados no mercado pode deixar o consumidor confuso na hora da compra. Qual a diferença entre espumante e champanhe? Sidra, moscatel e vinho frisante podem ser considerados espumantes?

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De olho nessas dúvidas, o Ibravin fez uma cartilha que tira as dúvidas sobre o assunto. “Notamos que há muita confusão ainda na cabeça das pessoas, por isso, produzimos este material com o objetivo de esclarecer e informar”, afirma o gerente de Promoção e Marketing do Ibravin, Diego Bertolini.

Champanhe ou espumante?

O termo ainda causa muita confusão entre as pessoas, que acham que o champanhe e espumante são a mesma coisa. O velho chavão ajuda a definir: “todo champanhe é um espumante, mas nem todo espumante é um champanhe”.

Clique aqui e saiba a diferença entre sidra, vinho frisante e outras bebidas

A designação "champanhe" é usada somente pelos vinhos espumantes produzidos na região de Champagne, no Nordeste da França. Foram produtores da região que inventaram o método tradicional de fabricação da bebida. A região produtora é delimitada e o nome é protegido por lei. Essa exclusividade garante a valorização da bebida no mercado mundial.

Armand de Brignac/Divulgação
Outras regiões do mundo também têm sua denominação controlada, como a cava, produzida na Catalunha, Nordeste da Espanha. Da Itália vem o prosecco, exclusivo da região de Venêto.

Como é feito um espumante

O vinho espumante é produzido em duas fermentações alcoolicas: na primeira, a mistura de uvas é transformada em vinho. Uma segunda fermentação produz as famosas bolhas. No método tradicional, ou champenoise, essa segunda fase acontece dentro da própria garrafa, num trabalho quase artesanal. Já o método charmat, a segunda fermentação acontece em grandes tanques, geralmente em aço inoxidável.

A dupla fermentação consume boa parte dos açucares do vinho. Após o processo, de acordo com a tradição de cada produtor, é adicionado um “licor de expedição”, que vai definido percentual de açúcar do espumante.

A bebida pode ser extrabrut (0g a 6g de açucar por litro), brut (6g a 15g), sec ou seco (15g a 20g), meio-seco ou demi-sec (20g a 60g) ou doce (acima de 60g). O teor alcóolico varia entre 10 a 13%.

Há uma variação do espumante que é o “espumante moscatel”. Essa bebida é produzida em apenas uma fermentação. O moscatel é feito somente com a uva de mesmo nome. De acordo com Ibravin, deve possuir entre 7 e 10% de teor alcóolico e 20g de açúcar. (Portal Uai)

Clique aqui para baixar uma cartilha sobre espumantes (arquivo em PDF)