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Sem ressaca

Saiba como prevenir a dor de cabeça e aproveitar as festas

O álcool não é o único vilão. Alimentos consumidos com mais frequência nesta época também causam as terríveis cefaleias

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postado em 22/12/2009 12:31 / atualizado em 22/12/2009 13:31



Cristina Horta/Estado de Minas - 19/10/2004
Semana agitada, pouco sono, muita comida e bebida. No dia seguinte às festas de fim de ano, o resultado: muita dor de cabeça. Engana-se quem atribui o incômodo apenas ao consumo exagerado de álcool. Muitos alimentos comuns nas fartas ceias de Natal e réveillon podem desencadear a cefaleia e, se combinados com outros fatores, agravam ainda mais o quadro de saúde.

Segundo o neurologista Henrique Carneiro, especialista em cefaleias, alimentos que contêm o aminoácido tiramina, como vinho tinto, queijo curado, peixe defumado, fígado de galinha, figos e alguns grãos, estão no topo da lista. Também podem funcionar como “gatilhos” da dor de cabeça: chocolates, nozes, manteiga de amendoim, frutas (abacate, banana, frutas cítricas), cebolas, produtos lácteos, carnes que contenham nitrato (toucinho defumado, cachorros-quentes, salame, carnes processadas), alimentos com glutamato monossódico e com qualquer alimento processado, fermentado ou conservado.

O neurologista sugere que cada pessoa fique atento aos alimentos e bebidas que provocam as enxaquecas e evitem consumi-los nas festas de fim de ano. “Não há fórmula mágica ou alimentos proibidos; cada caso deve ser avaliado individualmente e somente o próprio paciente é capaz de reconhecer os fatores desencadeantes de suas crises. O uso de um diário ajuda muito ao médico e ao paciente na identificação dos fatores, inclusive alimentares”, ensina.

Montagem Uai

Desidratação

Outra causa da ressaca é a desidratação, que ocorre pelo efeito diurético do álcool. De acordo com o médico, a melhor maneira de evitar o mal é consumir bebidas alcoólicas com moderação, alternando com água e sucos. “Mantendo o organismo hidratado, a probabilidade de ocorrência da cefaleia é reduzida consideravelmente”, explica.

O foco dos tratamentos existentes hoje para que o paciente possa ter uma vida normal é a prevenção. “Há tratamento e controle para todos os tipos de dor de cabeça e ninguém é obrigado a conviver com dor. Com cautela e sem excessos, as festas poderão ser inesquecíveis positivamente”, comenta.

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