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EXPEDIÇÃO CULTURAL 14/9/16

A oficina goiana das bonecas de crochê

De Belo Horizonte a Goiânia. A Quinta Edição da Expedição Cultural Estado de Minas pousa na capital de Goiás para contar a história da Cia Nu Escuro

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postado em 14/09/2016 10:32 / atualizado em 14/09/2016 10:37

EM/D.A Press


Muito receptivos, Hélio Fróes, Adriana Brito, Abilio Carrascal, Eliana Santos, Izabela Nascente e Lázaro Tuim, da Cia Nu Escuro, nos dão uma carona até o Oficina Cultural Geppetto, centro cultural da cidade que abriga programação artística extensa, para acompanhar a rotina da trupe e conversar sobre o trabalho do grupo.

Com uma viagem marcada para Brasília nesta quarta-feira, a trupe se dedicava ao ensaio da peça “Plural” (2012), montagem que faz parte da trilogia “GOIAZ” junto com “Gato negro” (2013) e “Pitoresca” (2015). Buscando fortalecer as linhas de estudo da companhia, a proposta é contar histórias de forma crítica e poética sobre a formação do Estado de Goiás.

“Plural”, dirigido por Hélio Fróes, narra histórias e memórias da trajetória de uma menina chamada Maria, que passa pela transição da vida rural para a urbana. Concebida por meio de relatos e lembranças da dona Lia, dona Joaquina e dona Vanilda, mães dos integrantes Izabela, Abílton e Lázaro, respectivamente, a dramaturgia documental é contada com a ajuda de bonecas de crochê.

Interação com marionetes
Tudo parece mais uma brincadeira de criança, mas trata-se de um trabalho memorável em que os atores e as bonecas interagem. Ora Maria é mulher, ora Maria é marionete. “Todas são Marias, assim como Marias são todas as mulheres”, afirma Hélio.

A Expedição pode acompanhar as apresentações das músicas da peça “Gato negro” (2013). No intervalo, nada mais mineiro do que um pão de queijo com café servido em uma mesa posta para um bate papo.

O dia foi cheio e passou rápido. No início da noite, bonecas e cenários guardados cuidadosamente para a próxima viagem da trupe.
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