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Estado de Minas Energia

Lições de quem faz

Com investimentos em hidrelétricas e a preocupação em diversificar a matriz energética, o Brasil investe na geração de energia limpa e cumpre papel social ao criar programas de inclusão, como o Luz para Todos


postado em 26/08/2012 07:00 / atualizado em 24/08/2012 13:56

(foto: Reprodução / istockphotos)
(foto: Reprodução / istockphotos)
Muito perto de grandes centros urbanos, brasileiros estão vivendo sua primeira experiência de mundo desenvolvido. A energia elétrica, que há pouco tempo ainda era sonho para milhões, principalmente para os que vivem na zona rural, tem se tornado uma grata realidade. Além do impacto direto sobre a vida do cidadão, a falta de energia ou a impossibilidade de ampliação dos serviços agravam os problemas vividos pelo setor produtivo. A indústria se ressente com o adiamento de projetos e com o comprometimento de sua competitividade frente à economia global. Por outro lado, as perspectivas de crescimento do Brasil, reforçadas pela migração de recursos dos países fortemente atingidos pela crise de 2008, demonstram o acerto e a necessidade imediata de investimentos em infraestrutura, muito especialmente no setor elétrico. Nesse sentido, iniciativas de grande porte, como a construção de hidrelétricas - Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira (Rondônia), e Belo Monte, no Rio Xingu (Pará) - e de empreendimentos de fontes alternativas - com as obras da usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis (Rio de Janeiro), e de parques de geração eólica nas regiões Sul e Nordeste - são fundamentais para a alteração de um panorama que pode comprometer o desenvolvimento brasileiro. Maior holding do setor na América Latina, a Eletrobras, empresa de capital aberto, controlada pelo governo federal, tem importante papel na estruturação de todo o sistema energético nacional. Em suas mãos, está o ambicioso plano de ser o maior sistema empresarial de energia limpa do mundo, contando para isso com parcerias com outras empresas e investidores com finalidade específica.

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