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HISTÓRIA

240 anos da Independência dos EUA

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postado em 04/07/2016 12:57 / atualizado em 04/07/2016 13:20

Lívia Machado

Nesta segunda-feira (04.07) são celebrados os 240 anos da independência dos Estados Unidos da América (EUA). Esta foi a primeira luta de independência do continente americano e influenciou todas as outras, incluindo o processo de independência do Brasil.

Para entender este início do processo de descolonização do continente, é preciso conhecer o contexto em que se vivia. No final do século XVIII a relação entre as colônias americanas e a metrópole (Inglaterra) estava estremecida. A Inglaterra havia passado pela Guerra dos Sete Anos e, para tentar equilibrar o caixa, instituiu várias taxas e tributos para as colônias, além de ter ampliado seu controle sobre elas.

Alguns exemplos dessas cobranças que foram consideradas excessivas pela colônia eram a Lei do Açúcar (Sugar Act), que taxava o açúcar que entrava nos EUA que não viesse diretamente da Inglaterra, e a Lei do Chá (Tea Act), que aumentava os impostos sobre a comercialização do chá. Este controle rigoroso ia de encontro à relação de autonomia que havia entre as colônias e a metrópole até o século XVII. Além disso, floresciam as ideias iluministas de igualdade de direitos e liberdade política.

Os colonos se recusavam a pagar as taxas e tributos se não tivessem representação no parlamento inglês. Como esta demanda não foi aceita pela Inglaterra, foram iniciadas várias revoltas, sendo a mais conhecida a Festa do Chá de Boston (Boston Tea Party), um protesto contra a Lei do Chá, em que cargas foram jogadas no mar. Essas revoltas culminaram na guerra que levou à independência dos EUA, em 4 de julho de 1776.

A guerra foi apoiada por inimigos da Inglaterra, como França e Espanha, que cederam armamentos e navios. Apesar de terem participados soldados brancos, negros e indígenas, quem liderou o processo foi a elite colonial, formada por homens brancos e com renda suficiente para participar das eleições, que futuramente governariam o país.

Em 1787 foi promulgada a constituição dos EUA, transformando as 13 colônias em uma república federalista, ou seja, em Estados com autonomia para se governar e legislar, que juntos formavam o novo país.

O século seguinte (XIX) foi um período importante na história americana, pois foi quando houve a expansão do país, com a conquista da porção Oeste do território, e quando aconteceu a Guerra de Secessão.

A conquista do Oeste estava diretamente ligada à chegada de imigrantes europeus em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos. Eles tinham em mente que aquele era um território imenso a ser desbravado. Os próprios americanos, por sua vez, acreditavam na doutrina do Destino Manifesto, ou seja, que seu destino tinha sido traçado por Deus e consistia em conquistar territórios. Neste período de expansão, índios norte-americanos foram dizimados ou confinados em reservas.

A Guerra de Secessão aconteceu entre 1861 e 1865 e matou milhões de pessoas. Ela consistiu em um conflito entre estados do Norte – progressistas, abolicionistas e com economia industrial – e o estados do Sul – latifundiários, monocultores e escravistas.

Com a vitória do Norte e do projeto econômico que ele representava, os Estados Unidos se tornaram, cada vez mais, uma nação industrializante, expansionista e que acreditava em sua superioridade, se despontando como potência imperialista ainda no século XIX.

Uma consequência é que houve ressentimentos e resistências da população sulista, que enxergavam o fim de seu estilo de vida. Com isso, surgiram manifestações violentas de racismo, como aquelas vindas do grupo de extrema direita Ku Klux Klan (KKK).

Artigo produzido por Percurso Pré-Vestibular e Enem 



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