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QUÍMICA

A química do amor

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postado em 11/06/2016 11:09 / atualizado em 11/06/2016 11:46

Lívia Machado

O dia mais romântico do ano está chegando e o que não faltam são pessoas dispostas e inspiradas a declarar o seu amor no Dia dos Namorados. Casais que se parecem, casais que se completam, novos casais, casais que já têm uma longa história juntos, casais que têm química... Química? Existe mesmo uma química do amor?

 

Quem já esteve apaixonado conhece bem os sintomas: coração acelerado, brilho nos olhos, perda de apetite, borboletas no estômago, suor nas mãos e rosto ruborizado quando a pessoa amada está por perto. Se não dá para explicar todo o mistério do amor entre duas pessoas com fundamentos puramente científicos, dá pra dizer, sim, que tem muita química envolvida.

Muitas das reações que acontecem no corpo humano quando se está apaixonado são resultados da ativação de substâncias químicas, como a adrenalina, que causa aceleração no coração e excitação, e a dopamina, que produz o sentimento de felicidade.

 

Outro hormônio que também contribui para a maravilhosa sensação de estar apaixonado é a noradrenalina, responsável pelo desejo sexual entre um casal. Dessa forma, se o organismo não produzir uma boa quantidade de noradrenalina, o sexo tende a não ser legal e pode-se dizer que, literalmente, não rolou química.

 

E quem nunca ouviu o conselho de aproveitar bem o furor e a paixão do início do relacionamento? Isto também pode ser parcialmente explicado pela química.

Com o passar do tempo, o nosso organismo vai se acostumando e adquirindo certa resistência ao efeito daqueles hormônios, sendo necessárias doses cada vez maiores das substâncias para ter as mesmas sensações. Casais podem ter a sensação de que o amor esfriou, mas isso não é necessariamente verdade. Podem ser apenas outros hormônios em ação, como a ocitocina e a vasopressina.

 

A ocitocina é popularmente conhecida como hormônio do amor. Estudos indicam que ela reforça o sentimento de carinho, de doação ao outro, de socialização, podendo até mesmo estar relacionada ao comportamento monogâmico e fiel entre casais. Sua concentração no organismo aumenta durante o orgasmo. Além disso, nas mulheres, há grande liberação de ocitocina no parto. É este hormônio que irá estimular as contrações uterinas e fortalecer o vínculo entre pais e filhos.

A vasopressina também é liberada durante o ato sexual, traz a sensação de prazer e se relaciona à fidelidade dos parceiros. Junto com a ocitacina, contribui para a construção de uma relação tranquila e duradoura. E viva o amor, com toda sua química!

 

Artigo do Percurso Pré-vestibular e Enem.



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