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Prova do Enem é considerada 'difícil' e 'pesada' para estudantes em BH

O teste realizado neste sábado tratou de temas como machismo, xenofobia e apartheid

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postado em 05/11/2016 18:15 / atualizado em 05/11/2016 18:26

Isabella Souto /

Ramon Lisboa/EM/D.A Press

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano trouxe temas como a peça Hamlet, de William Shakespeare, e seu famoso “ser ou não ser”, a crise dos refugiados na Europa e a xenofobia na Hungria, evolução da vida no campo e o apartheid na África do Sul no teste de ciências humanas. Em ciências da natureza, os alunos responderam a questões que trataram da composição do spray de pimenta, a cosmologia de Platão, diabetes e fezes de animais.

A empresária Jaqueline de Freitas, de 50 anos, demonstrava confiança antes da prova, feita na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Ela vai usar o Enem para tentar uma vaga em Letras ou Pedagogia. “Como eu já tenho uma profissão e uma estabilidade financeira, eu fico mais tranquila”, afirmou ela.

Poucas horas depois, já em casa, ela avaliou o exame como “cansativo” e “pesado” para quem cursou o ensino médio em escolas públicas. “Algumas questões estavam muito inteligentes, a pessoa tem que ter estudado muito”, diz ela, que aposta suas fichas na redação, marcada para hoje.

Já a estudante Bianca Mayrink, de 17 anos, fez a prova como trainée, uma forma de diminuir a ansiedade quando ela for disputar uma vaga em Psicologia no ano que vem. Ela tirou a manhã para revisar a matéria e relaxar antes de enfrentar a maratona que durou pouco mais de 4 horas.

Para Bianca, a prova mais difícil foi a de química, mas ressaltou que várias matérias que caíram ainda não viu na escola, pois está no segundo ano do ensino médio. “Valeu a experiência para o ano que vem”, disse.
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