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Servidores técnico-administrativos de universidades federais do estado decidem manter greve

Categoria decidiu prorrogar o movimento por pelo menos mais uma semana à espera do termo de acordo, que só deve ser apresentado pelo governo na quarta-feira

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postado em 25/09/2015 18:52

Paula Carolina /Estado de Minas

Sindifes/Divulgação - 24/8/15
 

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG), Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) decidiram em assembleia realizada nesta sexta-feira manter a greve por pelo menos mais uma semana.

Segundo a coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino (Sindifes), Cristina del Papa, a categoria estava pronta para voltar às atividades, uma vez que já tinha sido aceita a proposta de reajuste salarial de 5,5% em 2016 e 5% em 2017. Os servidores, no entanto, foram surpreendidos em reunião realizada com setores do governo na quinta-feira à noite por não ter sido apresentada a minuta do termo do acordo, que ficou de ser enviada apenas na próxima quarta-feira.

“Infelizmente o governo empurrou a greve para mais uma semana”, disse Cristina. “Tínhamos a expectativa de que no início da semana que vem já faríamos uma avaliação para dar início às atividades. Mas como jogaram para quarta-feira a apresentação do termo do acordo, a greve continua na semana que vem, pois para acabar precisamos disso. Ou seja, agora só depende do governo”, finalizou.

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Nilson
Nilson - 26 de Setembro às 00:38
Alguém tem que informar a estes vagabundos que o povo brasileiro está trabalhando arduamente para recolher seus impostos e remunerá-los enquanto eles ficam em casa, passeando e curtindo a vida nestes longos meses de "greve". Fazer greve assim é maravilhoso. Dentre as reivindicações está, além de mais bufunfa dos nosso impostos, redução das horas de trabalho e inexistência de controle de presença no local de trabalho. Enquanto estes sindicatos comunistas não forem confrontados, o Brasil avança para o abismo. Como podemos ter futuro próspero em um país com funcionários de universidades assim?