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Quatro universidades de Minas terão 200 novas vagas em cursos de medicina

Medida integra ação do governo que autorizou 2.290 novas vagas de medicina em todo o Brasil. No Estado, foram contempladas faculdades de Contagem, Poços de Caldas, Passos e Sete Lagoas

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postado em 10/07/2015 13:12 / atualizado em 10/07/2015 13:28

Correio Braziliense , Estado de Minas

Universidades particulares de quatro cidades mineiras terão 200 novas vagas em cursos de medicina. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelos ministros da Saúde, Arthur Chioro, e da Educação, Renato Janine. A ação faz parte das medidas estruturantes do Programa Mais Médicos, que visam à expansão e à interiorização da formação médica e, em todo o país,  as instituições irão ofertar 2.290 vagas de graduação em 36 novos cursos distribuídos em 39 municípios. 

Em Minas Gerais, terão 50 novas vagas a Pontifícia Universidade Católica de Contagem, a Faculdade Atenas, de Passos, a Pontifícia Universidade Católica de Poços de Caldas e a Faculdade Atenas de Sete Lagoas, somando, ao todo 200 vagas. Este foi o primeiro chamamento público para novos cursos em instituições privadas de ensino.

A expectativa é de que, com as novas vagas, o país passe de 374 mil para 600 mil médicos até 2026 (total de 2,7 médicos por grupo de mil habitantes). O prazo máximo para que os cursos comecem a funcionar é de 18 meses.

"Esse é um marco para o programa Mais Médicos, que tem o compromisso não somente com o provimento de saúde básica mas também com a estruturação da rede médica no Brasil. As escolas também estão assumindo esse compromisso, que trará uma contribuição imensa para o nosso país", afirmou o ministro da educação Arthur Chioro.

"As propostas selecionadas passaram por um crivo de seleção para garantir a sustentabilidade do projeto e a formação dos profissionais necessários para o país", afirmou a secretária de regulação e supervisão da educação superior do MEC, Marta Abramo.

Metas a longo prazo
A implantação dos cursos será supervisionada pelo MEC. A escolha das propostas levou em consideração a capacidade econômica-financeira da mantenedora e a pertinência da proposta, entre outras características. "A nossa meta é de longo prazo. Esses efeitos irão universalizar as vagas de residência mas especialidades que colocam em foco o atendimento da massa mais necessitada", explicou o ministro da educação Renato Janine.
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Adalberto
Adalberto - 10 de Julho às 14:48
enNão vai demorar 10 anos para que o curso de Medicina vire curso de Direito, com médicos e advogados saindo pelo ladrão. Se tiver pai rico, fará o curso de medicina e qualquer faculdade particular, sendo que 70% delas sem nenhuma condição de funcionar pela qualidade dos professores, péssimos. Depois que os coitados formam irão trabalhar aonde? Hospitais públicos do interior estão fechando por falta de verba e os das capitais não tem a menor estrutura para atender milhares de pessoas. O BRASIL DO PT AGONIZA.
 
Ronaldo
Ronaldo - 10 de Julho às 14:30
Parabéns ao nosso governo, não precisamos de hospitais , estrutura adequada , só falta médico no país pois nossos hospitais públicos são excelentes, além de sobrar vagas para internação, cirurgias e outros procedimentos. Além disso poderemos exportar médicos para outros países mais pobre, concorrendo com Cuba e será mais um meio para arrecadarmos dinheiro para os nossos bons hospitais públicos.