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Justiça nega pedido de ex-goleiro Bruno para voltar a trabalhar na Nelson Hungria

A defesa de Bruno alegou que seria melhor o preso retornar porque na Nelson Hungria ele trabalhava internamente. No Norte de Minas, Bruno não está trabalhando porque não conseguiu autorização judicial para jogar no Montes Claros Futebol Clube

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postado em 14/05/2015 07:54 / atualizado em 14/05/2015 10:35

Luana Cruz /

A Justiça negou o pedido da defesa do ex-goleiro Bruno Fernandes para voltar a trabalhar no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O detento, que cumpre pena de 22 anos e três meses de prisão pela morte da modelo paranaense Eliza Samudio, foi transferido para a Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá, no Norte de Minas, onde está desde junho de 2014.

A defesa de Bruno alegou que seria melhor o preso retornar porque na Nelson Hungria ele trabalhava internamente. Quando foi para o Norte de Minas, a intenção de Bruno era trabalhar externamente no Montes Claros Futebol Clube. Ele não conseguiu autorização judicial para autuar no time, mas tem contrato mantido com o clube.

O juiz da Vara de Execuções Penais de Contagem, Wagner Oliveira Cavalieri, que indeferiu o pedido, esclareceu que a administração das vagas de trabalho interno compete à autoridade penitenciária, cabendo a ele intervir tão somente caso houvesse alguma irregularidade, não sendo esse o caso.

O magistrado explicou, na decisão, que o fato de o número de vagas nem sempre ser suficiente, faz com que a administração da penitenciária distribua as vagas conforme a aptidão e a ordem cronológica. Assim, quando Bruno solicitou a transferência para outra unidade de Francisco Sá, sua vaga de trabalho na Nelson Hungria foi preenchida por outro preso.

Cavalieri concluiu que o ex-goleiro, ao retornar para Contagem, não tem direito à vaga que preenchia, devendo aguardar por nova oportunidade, na ordem cronológica, a critério da direção da unidade prisional.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Marco
Marco - 14 de Maio às 10:43
Todo preso tem o direito de trabalhar! No Brasil há muitas rodovias e ferrovias precisando de manutenção.
 
rita
rita - 14 de Maio às 10:09
SÓ MESMO JUSTIÇA BRASILEIRA!!!! ÊTA VIDÃO HEIN ??? !!!! COME..... BEBE ..... DORME....... COM CERTEZA TEM LIBERDADE PARA ASSISTIR FILMES, FUTEBOL, TREINAR UM POUQUINHO, TOMAR SOL, NÃO TEM QUE SE PREOCUPAR COM AS CONTAS DA CEMIG, COPASA, COMBUSTÍVEL, ALIMENTAÇÃO, TRANSPORTE, NÃO TEM NEM UM BANHEIRO PRA LAVAR PORQUE A VAGA JÁ ESTÁ OCUPADA!!! QUEM PAGA ESTA MORDOMIA? CLARO, QUE SOMOS NÓS BRASILEIROS!!!! ÊTA BRASIL !!!!!
 
Ramon
Ramon - 14 de Maio às 08:34
Não acharam nada que incrimine este rapaz ! Que o diga o doutorzinho da civil deputado estadual !
 
Marcelo
Marcelo - 14 de Maio às 08:27
A mídia podia esquecer esse Bruno e colocar na agenda nacional fatos mais importantes, voltados para a educação e a informação da sociedade nacional...