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Estado de Minas

Primo de Bruno presta esclarecimentos sobre morte de Sérgio Rosa Sales

Depois de acompanhar as buscas, Jorge Rosa prestou depoimento no Departamento de Investigações. Ele acredita que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, esteja envolvido na morte de Sérgio


postado em 25/07/2014 17:44 / atualizado em 25/07/2014 19:16

Jorge Rosa afirmou que Sérgio e Macarrão tinham uma rixa antiga(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press)
Jorge Rosa afirmou que Sérgio e Macarrão tinham uma rixa antiga (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press)

Depois de acompanhar as buscas pelos restos mortais de Eliza Samudio em um lote no Bairro Santa Clara, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o primo do goleiro Bruno Fernandes, Jorge Rosa Sales, prestou depoimento no Departamento de Investigações. O jovem foi ouvido pelo delegado-corregedor da Polícia Civil, Luiz Carlos Ferreira, sobre a morte de Sérgio Rosa Sales, outro parente do atleta. Na entrevista concedida à Rádio Tupi, no Rio de Janeiro, além de revelar um suposto local onde teria sido feita a desova da ex-modelo, Jorge disse que suspeitava que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, estava envolvido no assassinato.

Sérgio foi assassinado em 22 de agosto de 2012. Segundo as investigações, a motivação seria uma briga passional. Ele teria assediado a amante de Alexandre Ângelo de Oliveira, o Neguinho, de 28 anos. Revoltado, o homem armou um plano com a mulher e o primo de Bruno voltou a assediá-la. Ele acabou morto com vários tiros no Bairro Minaslândia. Denilza Cesário Silva, de 30 anos, foi condenada a 13 anos de reclusão em regime fechado pelo crime.

Na entrevista concedida no Rio de Janeiro, Jorge Rosa afirmou que não acredita nas investigações da polícia sobre o crime. Para ele, o crime foi armado por Macarrão. “Não tem cabimento, porque o Sérgio não mexia com as mulheres dos outros. Pelo contrário, me dava conselho para não mexer com as mulheres dos outros. Ele (Macarrão) tinha muita rixa com o Sérgio por causa de negócios. Os dois não se davam muito bem”, disse. Segundo ele, as brigas entre os dois começaram pela disputa de quem iria administrar o dinheiro do goleiro.

Depois de aproximadamente duas horas de depoimento, Jorge deixou o Departamento de Investigações. Em entrevista, voltou a falar sobre o caso. “Só falei o que achava. Pode ter alguma coisa a ver, porque os dois não se davam bem”, afirmou. O delegado corregedor Luiz Carlos Ferreira, saiu do local sem falar com a imprensa.

Buscas

Mais uma vez, as buscas pelos restos mortais de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, terminaram sem sucesso. A nova etapa da procura aconteceu no lote vago apontado por Jorge. Com o insucesso na operação, o jovem afirmou que ficou chateado, pois “queria dar um enterro digno” para a mulher. Também disse que pensou na mãe de Eliza para fazer as novas revelações.

O primo de Bruno informou que apontou o local certo e acredita na possibilidade de alguém ter retirado os restos mortais de lá. “Acho que a polícia tem que continuar as buscas no terreno”, comentou, ao deixar o DI.

Veja a entrevista de Jorge à Rádio Tupi

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