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Ministério Público é contrário ao trabalho externo do goleiro Bruno

Parecer desfavorável emitido pela Vara de Execução Penal de Contagem já foi encaminhado à Justiça

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postado em 12/06/2014 10:49 / atualizado em 12/06/2014 11:43

Cristiane Silva

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) emitiu parecer desfavorável ao trabalho externo do goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, condenado a 22 anos de prisão pela morte da ex-amante Eliza Samudio.

A assessoria de imprensa do MP informou que o parecer foi emitido há três semanas pela promotora Betânia Cabral, da Vara de Execução Execução Penal de Contagem, cidade onde corre o processo e onde o goleiro cumpre pena. A promotora esclareceu que somente presos do semi-aberto têm direito ao trabalho externo. Quando o detento está em regime fechado, a saída para o trabalho só é permitida para atuar em alguma obra pública, por exemplo, e sob escolta. O parecer já foi encaminhado à Justiça.

A defesa de Bruno já havia feito o pedido para a saída temporária no início deste ano. Nesta semana, ele conseguiu a transferência de Contagem para a Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais. A autorização foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais no dia 10 de junho, exatamente quatro anos após o crime, segundo o processo.

Tiago Lenoir, um dos advogados do goleiro, se mostrou contrário ao parecer da promotora Betânia Cabral. A defesa sempre afirmou que o trabalho externo para o goleiro é possível, segundo a legislação. Com a transferência de Bruno pra Francisco Sá, o processo passa àquela comarca e os advogados devem fazer um novo pedido de autorização para o trabalho na cidade.
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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Marcelo
Marcelo - 12 de Junho às 11:29
O sujeito nem esquentou lugar, já tá querendo sair, regime fechado é fechado!
 
jader
jader - 12 de Junho às 11:26
A corja de mensaleiros e Cia, fazem trabalho externo e tem regime semi-aberto, eles matam indiretamente milhares de Nordestinos com seus roubos, o Bruno só matou um e é réu primário.
 
Geraldo
Geraldo - 12 de Junho às 11:22
Embromação pra "coisa arranjada".