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Goleiro Bruno será transferido para penitenciária no Norte de Minas

A mudança está publicada no Diário Oficial de Minas Gerais. A defesa do goleiro estava tentando, desde janeiro deste ano, mudar o ex-atleta de unidade

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Reprodução
O goleiro Bruno Fernandes de Souza, condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte da ex-amante Eliza Samúdio, será transferido da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para a Penitenciária Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais. A mudança está publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial de Minas Gerais. Eliza foi morta quatro anos atrás, no dia 10 de juno de 2010.

De acordo com Tiago Lenoir, um dos advogados de Bruno, o pedido de transferência foi feito diretamente à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Lenoir explicou que o órgão tem 20 dias para mudar o detento de unidade prisional a partir da publicação da decisão no Minas Gerais.

Conforme divulgou a Seds, a transferência foi autorizada pela subsecretaria visando atender ao pedido da defesa do ex-goleiro, que queria ficar perto da esposa, que mora em Montes Claros. Entretanto, a unidade prisional de Montes Claros é um presídio e, por isso, não deve receber presos condenados. entretanto, Bruno será encaminhado para a Penitenciária de Francisco Sá, que fica na mesma região, a 55 km de Montes Claros.

O ex-goleiro ficará em uma cela individual de seis metros quadrados. No local há uma cama de alvenaria, um colchão, um vaso sanitário, uma pia com torneira e um chuveiro. Tiodas as celas da penitenciária são desse mesmom padrão. Bruno, assim como os demais presos, receberá alimentação balanceada definida por nutricionistas. Atualmente, há 323 detentos no loca, que temc apacidade para 300 presos.

O advogado Tiago Lenoir contou ainda que vai solicitar ao juiz da Comarca de Francisco Sá autorização para que o cliente dele trabalhe fora da prisão, mas ainda não sabe quando.

A defesa de Bruno estava tentando mudar o goleiro de unidade desde o início do ano. Em janeiro, os advogados quiseram levá-lo para a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Nova Lima, na Grande BH, e, depois, para a penitenciária de Montes Claros, o que foi negado pelo juiz da Vara de Execuções Penais da cidade.

Na decisão, o magistrado alegou que o presídio regional não teria como receber o detento por conta da superlotação. Os defensores pediram uma permuta, com um preso do município sendo transferido para a Nelson Hungria para que o ex-atleta fosse levado para lá.

A possibilidade da transferência do ex-atleta para uma instituição penal no Norte do estado surgiu depois que ele assinou um contrato com o Montes Claros Futebol Clube, em 28 de fevereiro. Após a assinatura do vínculo com o time, um movimento feminista de Montes Claros iniciou um protesto contra a possível transferência do ex-atleta para a cidade. Alguns cartazes do jogador foram colados nas paredes e postes com a frase “As mulheres dizem não a Bruno no Mocão!”.

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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Eduardo
Eduardo - 10 de Junho às 22:53
Armação da defesa! Tem que fica no meio dos bandidos, não em sela separada.
 
Geraldo
Geraldo - 10 de Junho às 21:00
Olha a "Justiça" ae, gente!!!
 
Marcelo
Marcelo - 10 de Junho às 20:27
O filho do Pelé foi condenado a 33 anos por lavagem de dinheiro, o Bruno a 22 por participar da morte por esquartejamento, ou seja, lavagem de dinheiro é mais grave do que assassinar!
 
Messias
Messias - 10 de Junho às 16:14
O Bruno, em que pese seu crime, é um cabra de sorte! Imagino se a Elisa tivesse irmãos, como muitas mulheres têm e ele não precisaria de advogado para requerer sua mudança de endereço. No mínimo estaria definitivamente instalado num dos campos de saudades que existem aos montões nesta Minas Gerais.
 
José
José - 10 de Junho às 16:11
Está provado que a justiça brasileira é uma piada, um absurdo, se fosse em um país sério esse estrume já teria sido fuzilado. Coloquem-se no lugar da família da Eliza.
 
Geraldo
Geraldo - 10 de Junho às 13:55
A decisão é boa e sabia, uma vez cumprido um sexto da pena conforme reza o art. 37, LEP, conceder ao apenado o beneficio do trabalho externo buscado sua ressocialização, no caso do Bruno, permitindo-lhe jogar futebol. diferente dos mensaleiros que buscam privilégios e não reabilitação.
 
Lázaro
Lázaro - 10 de Junho às 13:18
O DITADO É O SEGUINTE "TUDO QUE COMEÇA ERRADO, TERMINA ERRADO" TALVEZ ELE COMEÇARÁ A FAZER O CERTO. TENTANDO EXCLUIR UM FILHO, TALVEZ NÃO SEJA UM CAMINHO BOM.
 
Eduardo
Eduardo - 10 de Junho às 13:04
Para sorte de Marcos Valério e outros vizinhos, Macarrão e etc.....
 
emerson
emerson - 10 de Junho às 12:02
O crime de homicídio no Brasil compensa. O autor resolve a sua pendência pessoal, tira umas férias na cadeia e depois retoma a sua vida! Muito bom.
 
Marco
Marco - 10 de Junho às 12:00
Fico imaginando como um homem com um futuro como Bruno teria, livre para poder fazer o que quisesse, ir onde quisesse, cai no mundo do crime...TEMOS UM CÉREBRO QUE NELE, EXISTEM UMA SÓ OPÇÃO: INTELIGÊNCIA e todos nós temos. Se preferir a ignorância e a praticar o mal, que se dane o homem. É OU NÃO É?