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Defesa de Bruno quer anular decisão que reconhece paternidade do filho de Eliza

Processo corre na Vara da Família do Rio de Janeiro. Em 2012, a Justiça carioca legitimou a paternidade sem que o goleiro fizesse o DNA

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postado em 05/06/2014 12:14 / atualizado em 05/06/2014 12:19

Cristiane Silva

A defesa do goleiro Bruno Bruno Fernandes, condenado a 22 anos de prisão pelo desaparecimento e morte de Eliza Samúdio, pretende anular a decisão que reconhece a paternidade do filho da ex-amante. Segundo um dos advogados do ex-atleta, Tiago Lenoir, o pedido deve ser protocolado na Justiça carioca ainda hoje ou na sexta-feira.

Lenoir explica que será impetrada uma ação rescisória para discutir a decisão da Vara da Família do Rio de Janeiro que legitima que Bruno é pai do garoto. O documento foi publicado em julho de 2012. Na época, Bruno declarou em um interrogatório ser o pai da criança, mas a defesa entende que esse instrumento é discutível, já que o réu não pode produzir provas contra si. O goleiro nunca realizou o exame de DNA.

“Ele não está negando (a paternidade), ele só quer saber a verdade. Se ficar determinado que ele não é o pai, pode ter algum reflexo no processo penal”, explica o defensor. Segundo ele, a decisão ainda não transitou em julgado e, por isso, ainda pode ser discutida. Atualmente, o pequeno Bruninho, que tem 4 anos, recebe o auxílio reclusão do ex-atleta. Ele vive com a avó, mãe de Eliza, no Mato Grosso do Sul. Lenoir explica, ainda, que a realização do exame de DNA vai depender da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
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