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Laudo confirma que ossada encontrada em Nova Serrana não é de Eliza Samudio

O exame antropológico realizado pela Polícia Civil na ossada já havia confirmado que os restos mortais seriam de uma mulher 10 anos mais velha do que Eliza

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postado em 11/04/2013 15:11 / atualizado em 11/04/2013 16:32

João Henrique do Vale

FELIPE O'NEILL/AGÊNCIA O DIA/AE

Laudos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil confirmaram nesta quinta-feira que a ossada encontrada em Nova Serrana, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, não é de Eliza Samudio. A hipótese foi cogitada depois que foram encontrados alguns indícios que os restos mortais eram da ex-amante do goleiro Bruno Fernandes.

O delegado responsável pelo caso, Rodrigo Noronha, levantou a suspeita porque a arcada dentária da vítima estava bem cuidada, a altura da mulher era de aproximadamente 1,70 metro, a mesma de Eliza. Próximo à ossada havia uma sandália que, além de ter o mesmo número da usada por Eliza, foi fabricada por uma empresa do Paraná, próximo à cidade da modelo.

Porém, no mesmo dia em que o caso veio à tona, o exame antropológico realizado pela Polícia Civil na ossada já havia praticamente descartado a possibilidade. O laudo confirmou que os restos mortais são de uma mulher com idade aproximada de 35 anos. Vale lembrar que a ex-amante do goleiro Bruno Fernandes desapareceu em junho de 2010 quando tinha 25 anos. Ainda, segundo Lopes, a vítima teria 1,70 metro de altura e era mestiça.

Bruno afastado

O goleiro Bruno Fernandes segue sem o direito de trabalhar na lavanderia da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O atleta foi punido no dia 1º de maio depois que ele brigou com outro detento. Os dois, que estavam internados no pavilhão 4, destinado ao detentos que trabalham, iniciaram uma discussão e passaram a se agredir, mas não ficaram feridos.

Como punição pelo ato de indisciplina, Bruno Fernandes foi transferido para o pavilhão 1, onde cerca de 90 presos se rebelaram no final de fevereiro, fazendo uma professora e um agente penitenciário reféns.

Com a punição, o goleiro deve ficar mais tempo na cadeia. Isso porque, a cada três dias de serviço ele reduz um da pena.
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