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Advogados de Bola tentam recurso para voltar ao caso após abandonarem júri

Ércio Quaresma e Fernando Magalhães querem ficar na defesa para participar da sessão em 4 de março de 2013

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Os advogados do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos entraram com uma petição no Tribunal do Júri de Contagem tentando retornar ao caso. Ércio Quaresma e Fernando Magalhães abandonaram o tribunal no primeiro dia do júri popular do Caso Bruno. Agora, tentam se firmar no processo para participar da sessão em 4 de março de 2013, na qual serão julgados Bola, o goleiro Bruno Fernandes e a ex-mulher dele Dayanne Rodrigues de Souza pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio.

A petição dos advogados será analisada pela juíza Marixa Rodrigues que vai decidir sobre o retorno dos advogados. Na semana do júri, a magistrada multou os defensores em 30 salários mínimos, cerca de R$ 18.660, por causa do abandono no processo. A solicitação dos criminalistas já foi juntada ao processo e aguarda análise da juíza.

Quaresma e Magalhães, deixaram o plenário depois de atrasarem a sessão com estratégias de defesa. Quaresma protagonizou a manhã de audiêncian no dia 19 de novembro. Entre pedidos, ameaças de recurso, exposições orais, tomou a frente de todos os defensores de réus. Ele pediu acesso às filmagens de depoimentos de testemunhas na fase de instrução e julgamento do processo. A juíza esclareceu que essas imagens sempre estiveram disponíveis para as partes e que “cada vírgula dita pelas testemunhas” foi reduzida a termos e está presente no processo. Durante a tarde, Bola recusou ser representado por defensor público, opção para o réu que fica sem defesa. Por isso, o processo dele foi desmembrado e o júri adiado.
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