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Defesa da ex-namorada de Bruno recorre da condenação de cinco anos

Fernanda Gomes de Castro foi condenada pelo Tribunal do Júri em Contagem e sentenciada pela juíza Marixa Rodrigues. A defesa agora tenta mudar o resultado do julgamento

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A defesa da ex-namorada do goleiro Bruno, Fernanda Gomes de Castro, recorreu da sentença proferida pela juíza Marixa Rodrigues que condena a ré a cinco anos pela participação no sequestro de Eliza e de Bruno Samudio, filho da modelo com o atleta. A solicitação foi entregue pela advogada Carla Cilene ao Tribunal do Júri em Contagem e passará pelas mãos da magistrada, porém como se trata de uma apelação os desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) é que vão analisar o pedido.

Fernanda foi condenada a três anos pelo sequestro da criança e dois pelo de Eliza, no regime aberto. No entanto, segundo o Ministério Público, se a sentença é acima de quatro anos, não pode ser regime aberto. Somente após cumprir 1/6 da pena (10 meses), ela pode ingressar no semi-aberto. Assim, como já ficou quatro meses atrás das grades, Fernanda terá que fica mais seis dormindo na penitenciária e realizando atividades externas durante o dia.

Além do recurso da defesa, o MP também impetrou uma solicitação. O promotor Henry Vasconcelos de Castro pede que a juíza delibere com mais clareza os detalhes sobre o regime em que Fernanda deverá cumprir a sentença proferida.

Os advogados do ex-policial, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, pediram na Justiça a anulação do júri que condenou Fernanda e Luiz Henrique Romão, o Macarrão. Na semana passada, o desembargador Delmival de Almeida Campos da 4ª Câmara Criminal do TJMG negou o pedido em caráter liminar. Os defensores de Bola, Ércio Quaresma, Fernando Magalhães e Zanone Emanuel, abandonaram a defesa do ex-policial no primeiro dia de júri do Caso Bruno em Contagem.

Com a saída, um defensor público foi nomeado, mas o réu não aceitou, suspendendo o julgamento para março do ano que vem, quando o goleiro Bruno Fernandes e a ex-mulher do atleta, Dayanne Rodrigues de Souza, também estarão no banco dos réus. Como Bola é có-réu do processo de Macarrão e Fernanda, os defensores querem tornar sem efeito todos os atos praticados no julgamento sem a presença dos advogados.
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Nilson
Nilson - 06 de Dezembro às 00:42
Com certeza sentiram que foi irrisória a pena, eles mesmos vão pedir pra dobrar.