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Justiça do Rio de Janeiro reduz pena do goleiro Bruno e de Macarrão

Os dois amigos foram condenados em dezembro de 2010 por cárcere privado e lesão corporal contra Eliza Samudio. A pena de ambos foi reduzida para um ano e dois meses de reclusão.

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postado em 14/08/2012 14:27 / atualizado em 14/08/2012 15:47

João Henrique do Vale

Jair Amaral/EM/D.A.Press
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reduziu, em decisão unânime tomada nesta terça-feira, a pena do goleiro Bruno Fernandes e do amigo dele, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, por agressão e cárcere privado de Eliza Samudio cometido antes do desaparecimento da modelo. A desembargadora Maria Angélica Guimarães Guedes, da 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro, também determinou que seja expedido o alvará de soltura. Porém, ambos continuarão presos devido ao processo que corre no Tribunal de Justiça de Minas Gerais pelo sumiço, morte e ocultação do cadáver da ex-namorada do jogador.

O goleiro Bruno Fernandes tinha sido condenado a quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio em dezembro de 2010, no processo que corria no Rio de Janeiro desde outubro 2009. Macarrão foi condenado a três anos de reclusão por cárcere privado. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), a desembargadora reduziu a pena do goleiro para um ano e dois meses de reclusão e sete meses de detenção e a de Luiz Henrique para um ano e dois meses de reclusão. A relatora também pediu que seja extinta a punibilidade dos réus. Ela foi acompanhada pelos outros desembargadores.

O advogado do goleiro, Rui Pimenta, afirmou que a decisão é uma vitória para a defesa. “O promotor havia recorrido para aumentar a pena e nós decidimos entrar com o pedido para baixar e deu exatamente a nossa pretensão. Agora, quando a sentença for publicada, vamos pegar a certidão e juntar ao processo que está em Belo Horizonte. Como foi julgado extinto, o Bruno só vai responder a apenas um processo”, explicou o advogado.

A defesa também vai anexar a decisão no pedido de liberdade que aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). “Vou fazer uma petição para juntar no habeas corpus. Estou recebendo notícias de terceiros de que ele deve ser julgado até o fim deste mês. Pode ter certeza que Bruno vai ser solto e vai voltar a atuar pelo Flamengo”, diz, otimista, Rui Pimenta

O goleiro Bruno, o primo dele, Sérgio Rosa Sales e o amigo Macarrão, foram pronunciados por homicídio triplamente qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, vai a júri popular pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. O atleta, Macarrão e Bola, seguem presos. Sérgio foi solto por ter contribuído com as investigações.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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SERGIO
SERGIO - 22 de Agosto às 13:14
Essa Justiça do Brasil precisa rever suas ações,estão indo contra tudo de moral e ainda se dizem agindo dentro da lei.Q leis são essas no Brasil então,q pune as vítimas e privilegia os bandidos?Q ética tem essas leis,ou simplesmente abandonaram a ética e ficaram só c a letra morta da lei?é fo...
 
sebastião
sebastião - 15 de Agosto às 09:02
A, se fosse na Indonesia... bandido lá ganha o minimo de 50 anos.
 
Geraldo
Geraldo - 15 de Agosto às 04:27
Está aí mais um exemplo de como funciona a justiça brasileira. É a maior incentivadora da impunidade neste país. Reduzindo pena de 2 elementos violentos e nocivos à sociedade.
 
helvio
helvio - 14 de Agosto às 19:46
e se a justiça no brasil fosse igual para todos!!!!!!!
 
sebastião
sebastião - 14 de Agosto às 19:00
Ôõõõ... novidade! Cuidado com a cobra.
 
A.
A. - 14 de Agosto às 18:25
Rio de Janeiro , a capital brasileira da criminalidade e impunidade...
 
romy
romy - 14 de Agosto às 17:15
A justiça brasileira esta precisando ser mais severa...esse homem precisa ser punido.ele foi o mentor da morte da Elisa.o primeiro depoimento do menino que estava com eles e o correto...esse cara não pode sair da prisão e voltar a vida que tinha antes...da a entender que o crime e que compensa.O Deus
 
Marcos
Marcos - 14 de Agosto às 16:56
Brazil com 'Z'
 
Marco
Marco - 14 de Agosto às 15:21
Porque não se obriga a mostrar onde o corpo de Elisa foi deixado? TEM ALGO ESTRANHO NESTA HISTÓRIA. É o primeiro caso de crime no Brasil onde não se sabe do corpo da vítima. Porque será? Como então, afirmar que foi Bruno quem mandou matar? Porque o suposto autor docrime não pode falar?
 
Full
Full - 14 de Agosto às 15:07
Em se tratando de Rio de janeiro, os crimes cometidos pelos meliantes faz parte do cotiano e da normalidade da vida do carioca, daí a tolerância da doutora juiza. Ainda bem que é lá...
 
Marcio
Marcio - 14 de Agosto às 14:50
Gostaria muito de saber, quanto custou esta decisão da justiça? Se a Polícia Federal e o Ministério Público quebrasse o sigilo bancário, uma grande soma em dinheiro ia aparecer no bolso de alguém! Eta país!