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Tribunal de Justiça do Rio julga redução de pena do goleiro Bruno

O advogado do goleiro disse que o pedido de redução de pena é uma resposta ao Minsitério Público

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postado em 14/08/2012 09:57 / atualizado em 14/08/2012 10:32

Maíra Cabral

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro vai julgar nesta terça-feira o pedido de redução de pena do goleiro Bruno Fernandes. Em dezembro de 2010, Bruno foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão por agressão e cárcere privado de Eliza Samudio. O goleiro já cumpriu mais da metade da pena, o que lhe garantiu o direito à liberdade condicional em junho deste ano. No entanto, ele permanece preso por causa do processo sobre o desaparecimento e morte da ex-amante.

De acordo com do advogado do goleiro, Rui Pimenta, o pedido de redução de pena é de três meses e seria uma estratégia para responder ao recurso do promotor da vara Criminal do Ministério Público do Rio de Janeiro que entrou com pedido para aumentar a pena em três meses.

Além de Bruno, o amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, estão detidos preventivamente em penitenciárias da Grande Belo Horizonte. Todos negam o crime e, embora a atual defesa do jogador admita que Elisa está morta, o paradeiro do corpo permanece um mistério.
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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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José
José - 14 de Agosto às 12:55
No Brasil tudo é possível. No Rio então, nem se fala. Um bandido frio como o Bruno. Não podia sair da cadeia nunca. E tinha que tomar 50 chibatadas por dia até que ele revele onde está o corpo da Elisa. Crápula.
 
jus
jus - 14 de Agosto às 12:38
Coitado do Bruno...sempre mal assessorado, seja pessoal, seja profissionalmente!
 
Romualdo
Romualdo - 14 de Agosto às 10:51
Não surpreendera ninguém a redução da pena do Bruno.A coisa aqui funciona às avessas.Tem gente que cometeu crime tão hediondo quanto e tá por ai...soltinho,livre pra impingir sofrimento e vergonha aos familiares das vítimas.Fazer o que?