SIGA O EM

Polícia investiga pista do corpo de Eliza Samudio

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
[]

postado em 26/06/2012 06:00

Andréa Silva / Aqui

 

Informações sobre um poço no Bairro Planalto, na Região da Pampulha, onde estariam os restos mortais de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, desaparecida em junho de 2010, serão investigadas pela delegada Alessandra Wilke, que assumiu a Delegacia de Homicídios de Venda Nova. O chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Wagner Pinto, informou que está sendo analisado o teor de uma carta encaminhada a Sônia de Fátima Moura, de 44, mãe de Eliza, quando ela participava de um programa da TV Alterosa.

A Polícia Civil vai tentar localizar a mulher que telefonou para o advogado José Arteiro Cavalcante de Lima, que representa Sônia Moura, indicando a área de mata no Bairro Planalto como o local em que o corpo foi deixado. O lugar é o mesmo descrito na carta e há a possibilidade de as informações terem sido repassadas pela mesma pessoa. A única informação sobre a suposta testemunha é um número de um celular, que está desligado. “Analisamos todas as denúncias dos possíveis locais onde estariam os restos mortais. Apuramos aquelas com informações contundentes. Os documentos apresentados pelo advogado estão sendo analisados. Caso haja dados relevantes, vamos fazer buscas no local”, disse Wagner Pinto.

Nas apurações do sumiço da modelo, investigadores e bombeiros fizeram buscas na mata e nas águas do Parque Lagoa do Nado, no Planalto, porque o rastreamento do celular do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, indicou sinal do aparelho na região.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
ednilson
ednilson - 26 de Junho às 16:17
Seeerããããoo? A autoridade policial ESTÁ indo, pensando em mandar alguém...? Aqui, em Brasília, pensa-se que esse Delegado NÃO É MINEIRO. Se fosse, não estaria indo, já estaria voltando e prestando serviço público a quem lhe paga o salário.
 
Eduardo
Eduardo - 26 de Junho às 11:02
Quando a polícia resolver fazer as buscas, claro que os envolvido já poderiam ter limpado o local. Vejo muita demora nisto entre a publicação da notícia e a ação da polícia n investigação desse local.
 
william
william - 26 de Junho às 10:44
A policia civil de minas, esta sucatiada,falta tudo,equipamento cientifico ultrapssado,investigadores especialidos, mao tem meios de investigaçao, a chefia da PC, nada pode fazer,CULPA do sr. Governador.
 
Marcelo
Marcelo - 26 de Junho às 10:18
Vai analisar as informações? pq não ir direto no local antes que alguém vá até o local e retire o corpo de lá? Não entendo a policia juro que não entendo. O máximo que pode acontecer se eles forem lá e não encontrar o corpo.
 
Teo
Teo - 26 de Junho às 08:44
Já está concretada e no fundo do rio a muito tempo !!!
 
helenno
helenno - 26 de Junho às 08:07
Investigando o que? Alguem foi até o tal buraco? Foi proximo do local? Ou estão esperando alguem ir la tirar os possiveis restos do lugar pradepois irem conferir. Essa ateria ta meio que pra encher linguiça,completar pagina e etc... muita etc...
 
Marco
Marco - 26 de Junho às 07:57
O que de mais estranho neste caso, pporque a polícia não obrigou quem matou Elisa, mostrar o local onde o suposto criminoso deixou o corpo. É o primeiro caso de crime onde a polícia não sabe onde está o corpo com o executor preso. Só no Brasil mesmo....