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STF nega mais um pedido de liberdade para o Goleiro Bruno

Um outro habeas corpus, impetrado pela defesa do atleta, ainda será analisado pelo STF

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postado em 04/02/2012 10:45

João Henrique do Vale

O goleiro Bruno Fernandes, acusado de envolvimento no desaparecimento e morte da ex-namorada Eliza Samudio, teve mais uma vez o pedido de liberdade negado pela Justiça. Desta vez, o habeas corpus foi indeferido pelo vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, em 29 de dezembro do ano passado, porém a informação apenas foi divulgada na última quinta-feira.

Os advogados tentavam derrubar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em outubro do ano passado, negou o pedido de liberdade do goleiro. Na ocasião, o ministro Sebastião Reis Júnior, relator do recurso, afirmou que o atleta é um homem perigoso e por isso devia continuar preso. Além disso, afirmou que a circunstância do crime “ultrapassa os limites da crueldade”.

O ministro Ayres Britto também seguiu a mesma linha. Em seus argumentos, ele afirmou que “a prisão preventiva do paciente revela-se adequadamente fundamentada na sentença de pronúncia, destacando-se a necessidade de manutenção da ordem pública, existindo nos autos elementos concretos – e não meras conjecturas – que indicam a periculosidade evidenciada pelo modus operandi do paciente”. O ministro completou dizendo que "os fundamentos utilizados pelo magistrado que pronunciou o paciente, por si sós, já se mostraram suficientes a justificar a manutenção da prisão”.

Um outro pedido de liberdade para o goleiro Bruno ainda será analisado pelo Superior Tribunal Federal (STF).

Pedido de informações

Antes de julgar os pedidos de liberdade, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, solicitou, no fim de dezembro de 2011, mais informações sobre o Caso Bruno ao Tribunal do Júri de Contagem. Para o ministro, era inviável a apreciação do pedido de liminar sem a correta formação do habeas corpus. Peluso pediu cópia da sentença que pronunciou Bruno, além de decisões posteriores que mantiveram a prisão preventiva do réu.

Entenda o caso

>> A modelo Eliza Samúdio, namorada do goleiro Bruno Fernandes, segundo a acusação, teria sido assassinada em junho de 2010, na casa do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, em Vespasiano, Grande BH.

>> Ela e o filho recém-nascido, suposto filho do goleiro, teriam sido sequestrados por Luiz Henrique Romão e Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, no Rio, e trazidos no dia 4 de junho para o sítio do atleta, em Esmeraldas, na Grande BH.

>> A vítima teria sido mantida em cárcere privado até dia 10, quando teria sido morta fora dali. O ex-policial é apontado como o executor. A criança foi entregue à ex-mulher do goleiro, Dayanne de Souza.

>> Bruno, Macarrão e Bola aguardam julgamento. Dayanne; a ex-namorada do goleiro, Fernanda Gomes de Castro; o primo Sérgio; o caseiro Elenilson Vitor da Silva; Wemerson Marques de Souza, o Coxinha; e Flávio Caetano de Araújo respondem ao processo em liberdade.

>> Segundo o Ministério Público, Eliza foi morta porque pedia a Bruno, pai de seu bebê, que reconhecesse a paternidade da criança. Bruno, insatisfeito, teria criado o plano, unindo-se aos outros denunciados, para matar a ex-namorada. O corpo de Eliza não foi encontrado.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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rogerio
rogerio - 05 de Ferveiro às 10:43
E agora Dr. Rui Pimenta?
 
Vanderlei
Vanderlei - 04 de Ferveiro às 23:49
Será porque o Bruno era famoso e isto da IBOPE?...mataram um promotor de justiça e 2002 e os autores já estão na rua...é a Jusitiça Brasileira infelizmente..
 
geraldo
geraldo - 04 de Ferveiro às 22:53
coisa boa, achou que ia se safar, toma pilantra, de vez em quando a justiça dá uma acordada, muito raro mesmo, mas acontece, mas não se iludam, vai ser muito dificil manter Bruno e seus capangas presos por muito tempo, uma hora algum juiz que gosta de dindim vende a sentença, esperem e verão
 
Elizete
Elizete - 04 de Ferveiro às 22:16
Penso que o Sr. Mario Lúcio deve ter cometido qualquer tipo de crime parecido para defender um criminoso bárbaro que finge de santo. Isso é porque não é com a irmã ou a mãe dele para ele ter este tipo de opinião.Deve ser farinha do mesmo saco do Bruno!!!
 
Ernesto
Ernesto - 04 de Ferveiro às 20:43
Bom pra quem sabe ler um pingo é letra. Esse otário e sua laia não está preso atoa. Com certeza ele tem o rabo preso com algo mais !
 
guilherme
guilherme - 04 de Ferveiro às 17:51
Tenho medo dessa justiça... Não há provas !!! solta esse cara, se um dia houver provas prende.
 
Helberth
Helberth - 04 de Ferveiro às 17:05
Quem sabe se esse traste revelar o paradeiro da Elisa o do corpo dela o pedido de habeas corpus dele não seja aceito? Mas na minha opinião deveriam ficar o resto da vida em reclusão.
 
Renato
Renato - 04 de Ferveiro às 16:54
pq será q existe tanta ma vontade da justiça nesse caso? coisa pior acontece e os bandidos estão soltos. não existe nada de concreto contra o bruno. o cara é conhecido internacionalmente, não oferece perido a ninguem da sociedade. pq não pode aguardar em liberdade? pq alguem grande tem interesse
 
Edilson
Edilson - 04 de Ferveiro às 15:47
Ele é goleiro e gosta de bola, logo, o parceiro Bola é idela prá ficar junto com ele na prisão e macarrão pegando as bola fora. hehehehehehee
 
Renato
Renato - 04 de Ferveiro às 15:45
neste caso está explicito que existe politica e ma vontade dos bandidos de toga com relação a alguns casos, existem crimes muito piores e com materialidade confirmada e até reus confessos de assassin atos barbaros q estão livres, culpado ou não o bruno ja está sendo massacrado por politica
 
Luiz
Luiz - 04 de Ferveiro às 15:41
Mario, realmente a justiça tem que repensar no caso dessa corja de assassinos frios e crueis, eles deveriam logo serem executados e os restos mortais jogados aos cães.
 
Edilson
Edilson - 04 de Ferveiro às 15:32
A situação é que gangue envolve com gangue. A quadrilha cogitou, planejou, praticou os atos preparação, executou e matou a mulher. O que interessa é que o corpo de delito direto não é único meio de prova, se assim fosse todo dia teríamos morte sem corpo. as provas são contundentes.
 
Maria
Maria - 04 de Ferveiro às 15:21
como gostam de aparecer sobre alguns infelizes.demagogos.o individuo que matou o promotor jose lins,esta soltissimo.aquele velho ditado> amigo meu nao tem defeito;mas inimigo se nao tiver defeito,eu coloco.
 
ALFREDO
ALFREDO - 04 de Ferveiro às 14:44
PERDEU JOGADOR, JA ERA MANÉ, VAI PAGAR PELO QUE FEZ DURANTE MUITOS ANOS. UMA SAÍDA DIGNA PARA ESTE TAL DE BRUNO: PEGUE UMA FACA E FAÇA O MESMO QUE O EMPRESÁRIO CORNO FEZ: ENFIE A FACA NO SEU .... E DÊ FIM A ESTA SUA VIDINHA DE M...... .
 
Natalia
Natalia - 04 de Ferveiro às 13:53
Parabéns a justiça que se mantém firme na decisão de manter bandidos presos, independente do quanto se tem no banco.
 
joao
joao - 04 de Ferveiro às 13:52
Se o Bruno é culpado está certa a manutenção da prisão. Mas não entendo porque em outros crimes similares seus autores estão aí livres e leves.
 
Solange
Solange - 04 de Ferveiro às 13:36
Sr. Rui Pimenta, Como ficam o Mano Menezes, clubes paulistas e os empresários que levariam o acusado para o exterior?
 
Nilson
Nilson - 04 de Ferveiro às 12:22
Coisa rara vem acontecendo, a justiça está sendo feita, esse covarde e sua gang tem mais que ficar presos. Quando forem julgados, tomara que tomem ao menos 100 anos de cadeia cada um, talvez assim fiquem uns 10 anos presos.
 
Mario
Mario - 04 de Ferveiro às 12:13
Não entendo a justiça. Casos muito mais graves do que esse seus autores estão em liberdade depois de ter confessado a autoria do crime. No caso Bruno é apenas uma suposição visto que o corpo da Elisa jamais apareceu para comprovar a sua materialidade. A justiça tem que repensar a sua decisão.