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Advogado aciona mais um perito para analisar processo

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Reprodução/Twitter

O advogado do goleiro Bruno Fernandes, Ércio Quaresma, anunciou pelo Twitter, que acionou o perito Ricardo Molina para analisar o processo do caso. O goleiro e outros envolvidos no desaparecimento de Eliza Samudio são acusados de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver entre outros crimes.

“Acabei de sair do escritorio do Dr. Ricardo Molina, em Campinas tendo depositado nas mãos do mesmo copia integral do processo caso Bruno”, tuitou o advogado às 18h. Seis minutos depois, Ércio elogiou o perito. “O ilustrado experte irá analisar o material e voltaremos á conversar sobre o tema”.

Outro perito também foi contratado pela defesa para fazer análises sobre o caso. O médico-legista alagoano e professor de medicina legal da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), George Sanguinetti, contratado pelos advogados do ex-policial Marcos Aparecido, o Bola, veio a Belo Horizonte, para fazer uma perícia paralela no caso Bruno. No domingo ele recolheu fios de cabelo encontrados na casa de Bola, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo horizonte. Os resultados da péricia serão divuldados na quinta-feira, quando Sanguinetti volta a BH.

Beto Novaes/EM/D.A Press
Perfil

O perito Ricardo Molina tem um laboratório especializado na realização de perícias em materiais de áudio, vídeo e documentos em geral. O perito esteve envolvido em casos como Chacina de Vigário Geral, acidente com Mamonas Assassinas, Caso PC Farias, prisão de Fernandinho Beira Mar, Caso do cantor Belo, atentados do PCC em São Paulo, entre outros.

Habeas corpus negado

A Justiça negou mais um habeas corpus para o ex-policial Marcos Aparecido, o Bola, apontado pela polícia com o executor de Eliza Samudio. No sábado o desembargador de plantão Delmival de Almeida Campos, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, analisou o pedido feito pelo advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, na sexta-feira, e negou a liminar com pedido de liberdade para o acusado.

Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A pena dele pode chegar a até 33 anos de prisão. O acusado está preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.