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Médicos não confirmam gravidez da namorada de Bruno

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postado em 08/08/2010 19:21 / atualizado em 08/08/2010 20:05

Pedro Ferreira

Cristiano Quintino/Esp. EM

A ginecologista Enilce Ribeiro Percini, contratada por Ércio Quaresma, e o diretor clínico da Maternidade Octaviano Neto, Ataíde Lucindo Ribeiro, não confirmaram a gravidez de Fernanda Gomes de Castro, de 32 anos, namorada do goleiro Bruno, nem um possível aborto. A auxiliar administrativa passou mal na manhã deste domingo na Penitenciária de Mulheres Estêvão Pinto, no Bairro Horto, Região Leste de Belo Horizonte. Ela apresentou sangramento vaginal e foi internada no hospital.

Os médicos disseram apenas que ela perdeu coágulos e material sólido membranoso e foi submetida a uma curetagem. O resultado dos exames sai em 10 dias.

Segundo o advogado Ércio Quaresma, que defende Fernanda, a suspeita é de que ela esteja grávida e que o pai da criança seja Bruno. Antes de ser presa, ela teria feito um exame e pediu que o resultado fosse encaminhado ao escritório de Quaresma, mas ele alega que não teve acesso ao documento. “Há mais de 10 dias ela vem reclamando de náuseas e sua menstruação está atrasada”, informou o advogado. O subsecretário de Assuntos Penitenciários, Genilson Zeferino, designou duas agentes para escoltar Fernanda na maternidade. Ela deve receber alta na segunda-feira.

Ainda de acordo com os médicos, Fernanda estava com atraso menstrual há sete ou oito semanas. Ela contou que vinha sentido dores intensas no baixo ventre há 16 horas.
De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), assim que Fernanda retornar para o presídio continuará numa cela individual, durante o período de triagem, de 15 a 20 dias. Nesse período, ela não tem direito a banho de sol e receberá visita apenas do seu advogado. Fernanda estaria se alimentando bem e não tem contatos com outras presas. A mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues, está recolhida na mesma penitenciária.

Fernanda teria passado mal por volta das 11h deste domingo e foi levada para a enfermaria da penitenciária. Às 15h25, ela deixou o local num veículo do sistema prisional, algemada com as mãos para a frente e chorando muito. Uma das agentes que a acompanhava é enfermeira. Por determinação do advogado Ércio Quaresma, ela foi levada para uma maternidade particular e ele se responsabilizou pela conta. Na maternidade, a presa trocou o uniforme vermelho por uma camisola e foi levada para a sala do ultrassom, onde permaneceu por exatas duas horas. Quando deixou a sala, usava novamente o uniforme e foi levada para um quarto.