Teste do uZoom nos Jogos Olímpicos do Rio dá certo; conheça a Uber dos vídeos


Semelhante ao Uber, a uZoom é uma startup dos Estados Unidos que está testando seu modelo de negócios nos Jogos Olímpicos do Rio. E até agora, está funcionando: brasileiros que residam ou estejam no Rio de Janeiro durante os Jogos já estão ganhando dinheiro trabalhando em postos estratégicos da cidade, além da Vila Olímpica. Como mais de 5 bilhões de pessoas em todo mundo estão assistindo aos Jogos, agora há a possibilidade de registrar momentos e detalhes dos atletas, da torcida, das celebrações e dos pontos turísticos da cidade.

Funciona da seguinte forma: alguém 'aluga' o uZoomer e paga 1 centavo de dólar por segundo. Ao final de um minuto, 60 centavos, e aí em diante. A pessoa que está filmando recebe 80% e uma instituição filantrópica 20%. A gravação é feita de forma simples em celulares com iOS e Android.
uZoom é uma start up de Seattle que escolheu os Jogos e o Rio de Janeiro para lançar esta experiência. A empresa já recebeu 2 milhões de dólares de investidores.

De acordo com o co-fundador e CEO do uZoom, Dean Graziano, “a próxima interação do vídeo não é por controle da transmissão ou da produção, mas, na verdade, dirigida por visualização”.

Kjell Oswald, diretor de Impacto Social do uZoom, diz que a empresa decidiu doar todos os lucros do mês de agosto para a GAPPS, entidade filantrópica global sem fins lucrativos com sede em Seattle que trabalha com a prevenção da mortalidade infantil, um problema enorme nos Estados Unidos e Brasil. “Estamos emocionados que a atividade durante os jogos, que levará a uma doação mais significativa para esta causa”.

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