Startup mineira desenvolve produto para melhorar processos em hospitais


 

Apesar dos muitos avanços recentes na medicina moderna, existe um aspecto de hospitais que parece parado no tempo: a burocracia. Não é incomum atrasos e até falhas graves envolvendo processos e gestões de centros de saúde. Visando solucionar esse problema, a startup mineira Piron Health está desenvolvendo um sistema inovador para a área.

 

Tudo começou há um ano e meio. Depois de aulas de empreendedorismo, os sócios tiveram a ideia de trabalhar nessa solução. Atualmente, a equipe é composta por Iago Alves Pereira, 21 e Lorrane Maria, 20, estudantes de engenharia biomédica, Yan Salim, 21, que cursa engenharia mecânica , Raphael Jorge Silva, 21, da ciência da computação e da administração e Yasmim Jorge, 22, estudante de engenharia elétrica.


Eles são perseverantes: tentaram entrar no processo de pré-aceleração do Lemonade em BH, mas por morar em Uberlândia, não conseguiram os recursos para se mudar para a capital mineira e tiveram que adiar esse sonho. Mas eles não pararam por aí: continuaram desenvolvendo o produto e quando o Lemonade chegou em Uberlândia, conseguiram participar e estão se destacando nas avaliações semanais do programa.


O sistema desenvolvido pela Piron Health é capaz de armazenar informações, analisá-las e tratá-las, apontando possíveis falhas e ajudando os centros de saúde a resolvê-los de forma rápida e direcionada. O sistema é capaz de monitorar o paciente desde a sua entrada no centro de saúde.


Os empreendedores realizaram pesquisa de mercado com 8 diretores de hospitais, 21 médicos, 35 pacientes e 18 enfermeiras, ainda nas primeiras semanas do Lemonade. Testaram o Mínimo Produto Viável (MVP) em dois hospitais, sendo que 6 médicos e 38 pacientes experimentaram a solução.


Para Iago Alves, o Lemonade é uma grande oportunidade de aprender a ser mais focado. “Para mim o Lemonade ensina a empreender, ensina um pouco de como manter o seu negócio organizado, lembrando sempre que isso daqui não é um hobby”, diz. Já para o Yan Salim, o programa de pré-aceleração mostrou a importância de validar a dor de mercado e verificar se realmente a solução proposta atende às demandas. “Compreender o mercado que nós estamos entrando, pesquisar do que ele realmente precisa”, acrescenta.

 

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