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Fiesp volta expor o pato amarelo em protesto contra o aumento de impostos

O pato amarelo foi muito usado durante a campanha da entidade pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A Fiesp foi muito criticada nas últimas semanas por não se manifestar sobre crise econômica no governo Temer.

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postado em 21/07/2017 09:31 / atualizado em 21/07/2017 11:01

Agência Estado

Andressa Anholete
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) voltou a expor o pato amarelo inflável, um dos principais símbolos das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), em sua sede em São Paulo, na Avenida Paulista.

A iniciativa é uma reação à decisão do governo federal, anunciada ontem e já em vigor nesta sexta-feira, 21, de elevar as alíquotas do PIS e da Cofins sobre combustíveis.

Na quinta-feira, 20, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, se disse "indignado" com a medida, e avaliou que a elevação de tributos deve agravar a crise num momento em que a economia dá sinais de recuperação. A campanha da Fiesp tem como tema "Não vou pagar o pato", em alusão a tarifas que poderiam ser elevadas para cobrir o rombo no orçamento federal.

"Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo", comentou Skaf em nota. O presidente da Fiesp ainda disse que a entidade patronal mantém suas bandeiras, "independentemente de governos". "Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre". Paulo Skaf é do PMDB e aliado do presidente Michel Temer.

Nesta sexta-feira, a Fiesp organiza um seminário sobre infraestrutura no setor de Telecomunicações.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Full
Full - 22 de Julho às 13:15
A simples exibição deste pato amarelo já leva os coxinhas, golpistas, paneleiros e afins ao orgasmo.
 
Marcos
Marcos - 21 de Julho às 13:35
O governo Temer não representa o desejo de mudança da sociedade esclarecida brasileira tão quanto Dilma não representava. A corrupção que tomou conta do país prejudica tanto coxinhas como mortadelas. Opiniões idiotas que tentam dividir o pais em dois lados sendo que se esquecem que o lado povo é um só. E ele que sempre que vai pagar o pato.
 
PorTutatis
PorTutatis - 22 de Julho às 13:19
Uai, como que as pessoas mudam de opinião. Há algum tempo atrás, dividia-se o país em mortadelas e os esclarecidos. Agora, já admitem que há coxinhas e mortadelas....Aos poucos, os golpistas vão desembarcando e reconhecendo a merda que fizeram dando o golpe covarde em Dilma e pondo Temer no lugar. Sejam coerentes até o fim ou admitam o erro cambada de idiotas!
 
José
José - 21 de Julho às 11:58
A FIESPE é a própria PATA QUE PARIU ! ! !
 
Thiago
Thiago - 21 de Julho às 11:19
A turmínea da revolução das panelas nervosas realmente mudou o país. "Não vou pagar o pato", hahahaha! Hilária esta turmínea coxinha. Qro ver se eles ganharão R$ 0,41 de desconto no litro da gasolina para abastecer os carrinhos deles financiados em 60 prestações. Vou comprar um pato amarelo para enfeitar minha mesa e me sentir elitizado e inteligente. Só que não!